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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Reação Extrapiramidal: Quem Já Teve Nunca Esquece

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Reação Extrapiramidal: Quem Já Teve Nunca Esquece

A situação é a seguinte: você vai a um pronto-socorro para tratar sua crise de enxaqueca e lá recebe injeções de medicamentos. Pouco depois, de forma inesperada, começa a apresentar sintomas de agitação (vontade incontrolável de ir embora, sair de onde está, mover-se), uma sensação estranha de aperto no peito, falta de ar, angústia, ansiedade, sensação de falta de auto-controle, e em alguns casos movimentos involuntários dos braços, pernas, dedos, lábios, língua, pálpebras, alterações na fala, etc (mas não necessariamente todos esses sintomas).
Isto pode ser uma reação extrapiramidal provocada por algum daqueles remédios. Em alguns casos, a reação extrapiramidal pode ser confundida com uma crise de pânico.
A reação extrapiramidal recebe esse nome porque afeta uma rede de neurônios na base do cérebro, denominada sistema extrapiramidal. O sistema extrapiramidal auxilia na coordenação de nossos movimentos. Certas drogas podem interferir com o bom funcionamento do sistema extrapiramidal, provocando sintomas extrapiramidais como os descritos acima.
O fato é que esses sintomas, de tão desagradáveis, são inesquecíveis – ficam para sempre gravados na memória de quem já passou por tal situação!
Agora, o pior de tudo é que muitos médicos não conhecem essa reação, ou se recusam a “acreditar” que ela tenha atingido seus pacientes. Infelizmente, pacientes apresentando reação extrapiramidal a medicamentos para crise de enxaqueca são frequentemente rotulados como desequilibrados, emocional ou mentalmente; o que torna ainda mais frustrante a experiência para quem sofre dela.
Remédios de uso comum em prontos-socorros para o tratamento de crises de enxaqueca, como a metoclopramida (nome comercial: plasil), especialmente na sua forma injetável, podem causar reação extrapiramidal.
Atualmente, em certos prontos-socorros de São Paulo, está se utilizando um medicamento antipsicótico chamado haloperidol (nome comercial: haldol), na forma injetável endovenosa, para o tratamento de crises de enxaqueca. Acontece que o haloperidol (haldol) é um dos principais medicamentos que podem provocar reação extrapiramidal.
Os sintomas extrapiramidais,  podem durar até 12 horas. Podem ser abreviados com outras medicações injetáveis, especialmente a difenidramina (que também pode possuir uma série deoutros efeitos colaterais, por sua vez!). Mas se, infelizmente, muitos médicos nem sequer reconhecem a agitação do paciente como possível reação extrapiramidal, quais as chances de conhecerem os medicamentos, dosagens e vias de administração capazes de combatê-la?
Infelizmente, na prática, pacientes e seus familiares quase nunca são avisados quanto à possibilidade considerável de apresentar reação extrapiramidal mediante a certas drogas utilizadas para o tratamento de suas crises de enxaqueca – principalmente a metoclopramida (plasil) e haloperidol (haldol).
Isso está incorreto, pois todo paciente tem o direito ético e legal de ser informado, previamente, sobre as possíveis reações e consequências que pode sofrer mediante qualquer droga ou intervenção. E uma vez informado, o paciente (de preferência com o auxílio de seus familiares e entes queridos) deve consentir ou não a se submeter à intervenção proposta. Caso não consinta, deve ser informado a respeito de outras opções de tratamento, com seus prós e contras. Até mesmo porque se você já teve uma reação extrapiramidal no passado, certamente não gostaria de se expor ao mesmo risco novamente!
Em países como os Estados Unidos, os pacientes recebem tais informações por escrito, e a equipe médica só inicia o tratamento após as dúvidas serem esclarecidas e o consentimento assinado e uma via entregue à equipe. Esta é uma prática boa, fácil de implementar e que o Brasil deveria adotar o quanto antes.
Portanto, olho vivo. Ainda que em meio a uma crise de enxaqueca, em um hospital ou pronto-socorro, é importantíssimo ser informado e consentir com o que será injetado em você!
P.S.: Não são apenas as drogas injetáveis que podem causar reação extrapiramidal. Remédios comuns para enxaqueca, vendidos sem receita médica e que contêm metoclopramida (como o Cefalium e vários outros), podem causar reação extrapiramidal. Olho na composição descrita na bula!http://www.enxaqueca.com.br/blog/reacao-extrapiramidal-quem-ja-teve-nunca-esquece/

Enxaqueca e Pescoço – Uma Dor Provocando a Outra

Enxaqueca e Pescoço – Uma Dor Provocando a Outra

Pescoço, Nuca e Ombros, Apesar da Tensão e Dor, Não São Causa da Enxaqueca

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Enxaqueca e o pescoço
Dor no pescoço, tensão na nuca e ombros, são sintomas muito comuns em quem sofre de enxaqueca.
Quem tem enxaqueca pode sentir essas dores, tensão e apertos na região do pescoço, nuca e ombros com uma frequência bem maior que aquela das crises de enxaqueca propriamente ditas! Ao exame, podem até ser sentidos “nódulos de tensão” , revelando áreas tensas e dolorosas da musculatura. Uma paciente minha, um dia, me falou que a tensão no pescoço dela era tamanha que “parecem ter dois grampos prendendo constantemente meu pescoço”.
Por causa disso, essas pessoas acabam achando que têm dois problemas separados: a enxaqueca e algum outro mais, que estaria causando essas dores no pescoço, nuca, ombros.

Buscando a Causa da Dor e Tensão no Pescoço, Nuca e Ombros

Esses indivíduos muitas vezes vivem à busca daquilo que estaria lhes causando a dor e tensão no pescoço. Ortopedistas, fisioterapêutas, professores de educação física, massagistas, especialistas em postura etc.
Às vezes, nessa procura, acabam encontrando alguma anormalidade como um nódulo de tensão nos músculos da nuca e ombros, um desvio da coluna cervical, uma artrose e assim por diante.
Acontece que está cheio de gente com problemas e anormalidades iguais ou muito piores, e quenão têm esse sintoma de dolorimento, tensão, aperto na região da nuca, pescoço e ombros. Alguns, de tanto incômodo que sentem, me relatam no consultório: “– É como se existisse um grampo prendendo minha nuca.
O fato é que a maioria de nós provavelmente tem alguma “anormalidade” completamente “normal” para o grupo populacional e a faixa etária. Sim, eu sei que parece bizarro falar em “anormalidade normal”, mas apenas como exemplo, existe um desgaste normal das vértebras com a idade – e assim ocorre com uma série de outros “achados” de exames (tantos exames!…), aos quais acaba se atribuindo, erradamente, todos os sintomas de dor e tensão nos músculos do pescoço e dos ombros.
E assim os exames e tratamentos se avolumam, enquanto os sintomas permanecem!

Dor e Tensão no Pescoço, Nuca e Ombros São Parte da Enxaqueca!

O fato, na verdade, é simples: sintomas de tensão e dor na região da nuca, pescoço e ombros parecem fazer parte do “pacote” de sintomas da enxaqueca! Na minha experiência clínica, quando a enxaqueca melhora, esses sintomas também melhoram na grande maioria dos casos!
Portanto, se você sofre com enxaquecas e também com dor e tensão na região da nuca e ombros, não perca tempo: inicie um bom tratamento o quanto antes com o auxílio de um médico de sua confiança! E, junto com isso, recomendo enfaticamente a leitura do meu livro, repleto de orientações sobre sono, alimentação, hábitos e estilo de vida, que podem fazer toda a diferença para um resultado realmente satisfatório!http://www.enxaqueca.com.br/

Óleo de Fígado de Bacalhau é Passaporte Para Saúde

Óleo de Fígado de Bacalhau: Qualidade é Fundamental

Óleo de Fígado de Bacalhau é Passaporte Para Saúde. Mas Depende da Qualidade.

oleo de figado de bacalhau Óleo de Fígado de Bacalhau: Qualidade é Fundamental
Óleo de Fígado de Bacalhau
Já escrevi anteriormente um artigo sobre o enorme benefício que pode trazer o consumo habitual deste superalimento – oóleo de fígado de bacalhau - à nossa saúde, e seu papel dentro do conjunto de ações que sugiro para o alívio da enxaqueca. Aliás, nada funciona sozinho. Tudo, na saúde e na melhora de qualquer doença inclusive a enxaqueca, está numa ação conjunta e nunca isolada. Aliás, esse conjunto de ações eu detalho no meu livro, que se você ainda não leu, precisa ler! O artigo teve grande repercussão, e por isso recebi vários questionamentos sobre:
  1. Qual óleo de fígado de bacalhau utilizar
  2. Se ele pode provocar alergia
  3. Onde encontrar óleo de fígado de bacalhau
  4. Qual a diferença entre óleo de fígado de bacalhau em cápsulas ou líquido
  5. Quanto óleo de fígado de bacalhau tomar
Existem muitas qualidades de óleo de fígado de bacalhau.
Muitos de nós ou nossos pais tinham o hábito de utilizar diariamente, na infância, uma colherada grande da “Emulsão de Scott”, que até hoje se encontra disponível no mercado. Porém, sua composição atual está muito distante daquela do puro óleo de fígado de bacalhau. No rótulo, descobrimos que a “Emulsão” contém óleo de soja, sabor artificial, entre outros aditivos que não recomendo nem um pouco, além do desejável óleo de fígado de bacalhau – cuja proporção não se encontra especificada. Fica a minha sugestão para que o fabricante da famosa “Emulsão de Scott” crie uma linha “clássica”, contendo puro óleo de fígado de bacalhau, sem aditivos, e com a concentração especificada.
Ainda no tocante à qualidade do óleo de fígado de bacalhau, existem outras preocupações. A primeira delas é a concentração de vitaminas A e D. Nos rótulos, às vezes, lemos: “Cada colher (ou cápsula) contém no mínimo tantas unidades de Vitamina A e tantas de Vitamina D”. O que nós gostaríamos de saber é quanto, exatamente, de vitaminas A e D, estamos ingerindo através do óleo de fígado de bacalhau. Portanto recomendo que procure produtos em cujo rótulo esteja especificada a concentração, em Unidades Internacionais (U.I.), de vitaminas A e D.
Na natureza, a proporção de vitamina A é 10 vezes maior que a de vitamina D no óleo de fígado de bacalhau – portanto, quando as concentrações destas vitaminas estiverem especificadas nos rótulos, é preciso conferir se essas concentrações guardam as proporções naturais. Ainda com relação à concentração de vitaminas A e D: quando o óleo é extraído do fígado do bacalhau, ainda em alto-mar, na região da Noruega, ele é colocado em barris. A parte mais “pesada” desse óleo, que contém maior concentração de moléculas de vitamina A e D, vai precipitando para o fundo do barril, onde o óleo assume aspecto turvo. No topo do barril, o óleo contém bem menos vitaminas A e D, e possui aspecto límpido e translúcido. Adivinhem qual é a parte do barril que os noruegueses exportam? O topo. A melhor parte (o fundo do barril, que possui altíssima concentração vitamínica) fica quase todo reservado para consumo no país de origem, é bem mais cara e é consumida somente por aqueles que sabem essas informações e reconhecem a superioridade do óleo opaco, rico em vitaminas.
Outro problema é a adição de vitaminas A e D sintéticas ao óleo de fígado de bacalhau. O óleo é extraído do fígado do bacalhau ainda em alto-mar, e a maior parte dos topos-de-barril passa por um processo de quelação de metais pesados, no intuito de retirar mercúrio, chumbo e outras substâncias que a poluição ambiental faz acumular nos mares gelados do Norte. Essa presença não é mais tóxica que os nossos tomates, verduras e frutas repletos de agrotóxicos, e que as pssoas compram todos os dias no supermercado. Porém, o processo de remoção dos metais pesados remove também as vitaminas A e D do óleo. Acontece que, por lei, o óleo de fígado de bacalhau só pode ser comercializado se contiver um mínimo de unidades internacionais (U.I.) de vitaminas A e D. Para atender a essa exigência legal, são adicionadas vitaminas A e D sintéticas a esse óleo de fígado de bacalhau.
Acontece que as vitaminas sintéticas não são exatamente iguais às naturais, e isso pode fazer muita diferença. Uma diferença entre o benefício e o malefício. Entre a saúde e a doença.
Por exemplo: até hoje, nunca foi relatado um estado de intoxicação por ingestão excessiva de vitaminas A e D naturais, presentes nos alimentos (como o óleo de fígado de bacalhau).
Hoje, sabemos que o excesso dessas vitaminas pode provocar estados de intoxicação seríssimos. Mas será que essa intoxicação está associada à ingestão de formas sintéticas dessas vitaminas? Será que tem a ver com o consumo dessas vitaminas em proporções diferentes das encontradas nos alimentos na natureza? Essas são perguntas ainda sem resposta.
Outro fator é o grau de oxidação do óleo propriamente dito. O óleo de fígado de bacalhau contém ômega-3, e isso é muito bom, pois os ácidos graxos ômega-3 são necessários para o bom funcionamento do cérebro, e quando ingeridos em proporções adequadas, possui papel antiinflamatório e antioxidante comprovado, com repercussões positivas sobre o humor, a dor e o bom funcionamento do cérebro. E mais que isso, nossa alimentação é precária em ômega-3. Porém, o ômega-3 é extremamente delicado e facilmente oxidável, e uma vez oxidado, perde seus benefícios, passando a agredir nosso organismo com radicais livres e aumento de processos inflamatórios, acelerando o envelhecimento e propiciando a doenças degenerativas.
O que faz o ômega-3 oxidar? Luz e calor, principalmente. Para que o óleo de fígado de bacalhau seja, realmente, um superalimento, precisamos nos certificar de que ele tenha sido manuseado e armazenado com cuidado. Os países nórdicos têm temperaturas baixas e pouca luz por natureza, o que ajuda a conservar o puro óleo de fígado de bacalhau em bom estado. Mas durante o transporte para países quentes como o Brasil, é preciso que tenham sido tomados cuidados de armazenamento – temperaturas baixas e nada de exposição à luz.
Portanto, jamais compre óleo de fígado de bacalhau armazenado em garrafas ou embalagens transparentes, mas sim em garrafas ou embalagens o quanto mais opacas, que protegem da entrada de luz.
Sugiro que mantenha seu óleo de fígado de bacalhau refrigerado, e agite antes de usar.
Não recomendo aos amigos leitores que comprem óleo de fígado de bacalhau em garrafas ou embalagens plásticas, pois os plásticos podem liberar quantidades vestigiais, porém biologicamente ativas, de compostos petroquímicos capazes de perturbar nosso delicado equilíbrio hormonal. Quem tem enxaqueca já sabe o quanto é importante o equilíbrio hormonal. E não adianta alguém consumir um produto bom numa embalagem ruim!
Agora que falamos um pouco sobre qualidade, vamos falar sobre o uso do óleo de fígado de bacalhau. Uma a duas colheres das de chá diárias desse alimento (ou melhor, superalimento) é uma quantidade segura e bem tolerada por quase todos.
O forte gosto de peixe pode causar repulsa e até náuseas para algumas pessoas (eu fui uma delas), mas uma saída para isso pode ser um início gradual, tomar a colherada sem respirar e beber uns goles d’água logo em seguida, ou misturar o óleo com um pouco de água ou iogurte natural e integral batido com uma fruta, e beber de uma vez pela manhã. Minha esposa garante que, misturado ao iogurte com fruta e um pouco de óleo de coco (outro superalmento), o gosto de peixe fica quase imperceptível.
Não tome mais que duas colheres das de chá de óleo de fígado de bacalhau sem a supervisão de um médico que conheça e tenha ampla experiência com a suplementação de doses maiores de óleo de fígado de bacalhau.
Fique advertido de que o excesso de nutrientes como a vitamina A e D pode ser altamente tóxico, e ao mesmo tempo em que não queremos ter deficiências (que podem levar a inúmeras doenças, inclusive a distúrbios cerebrais, dores de cabeça crônicas, depressão, fibromialgia, distúrbios de humor, infertilidade, déficit de atenção, hiperatividade e até câncer), não queremos – definitivamente – ter excesso.
Mais uma vez: até duas colheres das de chá do óleo de fígado de bacalhau comum (ou uma colher das de chá para crianças) é uma quantidade absolutamente segura, e de uso consagrado pelas civilizações ao longo dos séculos.
No Brasil, não temos bacalhau. Deus o colocou nas regiões do planeta onde o Sol não brilha o suficiente para fornecer as quantidades de Vitamina D necessárias para uma saúde vibrante. Na maior parte do Brasil, brilha o Sol – de longe, a melhor, mais completa e mais segura fonte de Vitamina D.
Assim como qualquer alimento, o óleo de fígado de bacalhau pode causar reações alérgicas. Porém, isso é muito raro. Muito mais comuns são as alergias causadas pelos corantes e flavorizantes dos “óleos de fígado de bacalhau” com sabor “tutti frutti”, “laranja”, “pêssego”, além de outros aditivos. O gosto do peixe pode não ser o mais agradável, mas com certeza é o mais saudável e menos passível de causar alergias. Quem tem alergia a peixes e frutos do mar não terá, necessariamente, alergia ao óleo de fígado de bacalhau, uma vez que a maioria das alergias é desencadeada pela proteína, e não pela gordura do peixe. Mas de qualquer forma, uma pessoa que já tem uma sensibilidade alérgica, deve ter um cuidado e acompanhamento especial ao iniciar o consumo do óleo de fígado de bacalhau.
A propósito, as cápsulas merecem também uma atenção especial. O material com que são feitas pode causar alergia. Não coloque a culpa somente no óleo.
Além disso, o material das cápsulas causa sobrecarga no nosso sistema digestivo. Para tomar o equivalente a uma colher das de chá, são necessárias 8 a 10 cápsulas! Haja estômago para tantas cápsulas! De qualquer modo, se você realmente não suportar o gosto do óleo de fígado de bacalhau, tome uma dose menor em cápsulas (2 cápsulas por refeição) – é melhor do que nada.
Por fim, uma palavra sobre disponibilidade: “- Onde encontrar um bom óleo de fígado de bacalhau?” Gostaria de poder indicar locais de venda ao público de óleos de fígado de bacalhau de boa qualidade. Mas, honestamente, não saberia fazê-lo. Para meus pacientes, entro em contato com a farmácia de manipulação da preferência deles, e obtenho informações, com o farmacêutico responsável, sobre a procedência, data de extração e métodos de armazenamento, transporte, além, é claro, de teor vitamínico do óleo de fígado de bacalhau que eles possuem. Esses dados, o farmacêutico consegue através da solicitação de um laudo ao seu fornecedor de óleo de fígado de bacalhau. O seu médico poderá fazer o mesmo para você, e interpretar o laudo para saber se este óleo possui o padrão de qualidade desejado.
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Óleo de fígado de bacalhau da Greenpasture
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Óleo de fígado de bacalhau genérico, de qualidade duvidosa
O melhor óleo de fígado de bacalhau que conheço e que toda minha família usa aqui em casa, infelizmente nunca vi disponível no mercado brasileiro, mas pode ser adquirido dos Estados Unidos através do sitewww.greenpasture.org. É extraído naturalmente e vendido nas mesmas condições em que foi extraído, sem qualquer processamento, adição ou subtração de ingredientes. Só pela coloração, bem mais escura que os (assim chamados) óleos de fígado de bacalhau ou “de peixe” à venda no comércio, qualquer pessoa se da conta de qual deles é mais rico. Pena que, no Brasil, as taxas alfandegárias e de transporte tornam o custo deste óleo bastante alto. Além disso, como é o caso para todo e qualquer suplemento alimentar, é necessário a apresentação da receita médica para liberar o óleo da alfândega brasileira. Mas na minha opinião vale a pena o esforço de trazer. Se você viajar aos Estados Unidos e trouxer alguns frascos na bagagem, é altamente improvável que retenham o produto na alfândega, pois não passa de um suplemento, “como se fosse uma vitamina”, de uso pessoal. Saúde não tem preço, e óleo de fígado de bacalhau – aquele de verdade – é um santo remédio! Especialmente quando aliado a todo um estilo de vida saudável. Na minha opinião, é melhor não tomar que tomar óleo de fígado de bacalhau de qualidade duvidosa.http://www.enxaqueca.com.br/blog/oleo-de-figado-de-bacalhau-qualidade/
Compartilhe essas informacões com seus amigos e família. E leia também:

Perca peso com a dieta do chá verde

Perca 5 quilos em 15 dias com a dieta do chá-verde

Ela foi feita sob medida para você, que vive reclamando que não consegue enxugar as gordurinhas. Associada a um pouco de exercício, a dieta pode ajudá-la a perder até 12 quilos. O efeito emagrecedor é potencializado pelos chás que comprovadamente desintoxicam o organismo e ativam o metabolismo

Por Thaís Cavalheiro Fotos Thinkstock
Ele desintoxica, desincha, acelera o metabolismo e queima gordura. O chá mais falado do momento tem ainda outros poderes a favor da saúde e contra o excesso de peso. Descubra, então, como colocá-lo no seu dia a dia. Melhor: combine-o com um cardápio leve para detonar as gordurinhas muito mais facilmente! 

O sabor é amargo, mas logo você vai descobrir que o sacrifício de beber algumas xícaras de chá-verde todos os dias vale a pena. 

Só para começar a lista de benefícios: ajuda a secar gordurinhas. É sério!

 Essa bebida milenar (e tão na moda atualmente) tem o poder de emagrecer. E existe comprovação científica.

 Uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition, conceituada revista da Sociedade Americana de Nutrição, acompanhou dois grupos de gordinhos. 

Os dois seguiram um cardápio de baixa caloria.

 Mas só o primeiro bebeu de seis a oito xícaras de chá-verde por dia. No final do estudo, esses pacientes queimaram 4% a mais de gordura que o grupo que passou longe do chá. 

A explicação é que a bebida tem ação lipolítica. Não só isso: "O chá-verde acelera o metabolismo, desintoxica e facilita a digestão", diz a nutricionista Vanderlí Marchiori, especializada em fitoterapia e colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. 

Mas não vale dar um ou dois golinhos - você tem de se comprometer a, diariamante, tomar pelo menos cinco xícaras.

Outros poderes da erva

Emagrecer é apenas uma das vantagens do chá-verde.
 Estudos feitos em importantes centros de pesquisa dos Estados Unidos e da Europa mostraram que também faz bem para a pele. Extraído da planta Camellia sinensis, tem altas concentrações de antioxidantes, considerados até mais potentes que os carotenos e as vitaminas C e E, substâncias que atuam contra as rugas precoces. 
Outra pesquisa, dessa vez realizada na Universidade de Tohoku, no Japão, e publicada recentemente no The Journal of the American Medical Association (Jama), mostrou que a erva é eficaz na prevenção de doenças do coração. 
Seus compostos reforçam as artérias, diminuem as taxas de colesterol ruim e bloqueiam o acúmulo de gordura na parede dos vasos sanguíneos.
O consumo habitual também previne inflamações na gengiva e até tumores malignos de boca e mama. "Substâncias como as catequinas e os bioflavonóides são capazes de impedir alterações no DNA das células, o primeiro passo para o desenvolvimento de um câncer", diz Vanderlí. Um teste de laboratório apontou mais um efeito positivo do chá-verde: melhora a memória. 
Mas os estudos para comprovar mais esse efeito estão só no começo.

O jeito certo de fazer

É muito fácil preparar o chá-verde, mas há alguns segredinhos importantes para você preservar os princípios ativos da erva.

Vamos lá: coloque a água para ferver e assim que surgirem as primeiras bolhas de ar (antes de começar para valer o processo de ebulição), apague o fogo. Acrescente a erva (o ideal são 2 colheres de sopa para 1 litro de água, mas comece com apenas 1 colher, pelo menos até você se acostumar com o sabor do chá) e abafe por 2 ou 3 minutos. Depois é só coar e tomar. 


Gostinho bom 
Para deixar o chá-verde mais gostoso, coloque nossas dicas em prática: 

1. Na hora de preparar o chá-verde, não exagere na dose da erva. Use 1 col. (sopa) rasa para 1 litro de água - fica menos amargo. Só depois que você se acostumar ao sabor, acrescente mais uma colher para a mesma quantidade de água. 

2. Preparar o chá-verde com uma outra erva (fresca ou em saquinho) também melhora o sabor. Pode ser erva-cidreira, hortelã, erva-doce. Ferver a água com um pedaço de casca de abacaxi ou de manga é outra tática para deixar o chá mais gostosinho. Ou, ainda, pingue algumas gotas de limão no chá pronto. 

3. Beber o chá em jejum é muito sacrifício? Troque de horário. Deixe para consumi-lo meia hora antes das refeições e duas horas depois. Ou seja, evite tomar o chá de estômago vazio ou muito cheio, diminuindo o risco de sentir enjoo ou azia. 

4. Você está tomando algum medicamento? Não beba o chá sem consultar seu médico.

Cardápio da dieta do chá-verde

Combinar o chá de Camellia sinensis a uma dieta equilibrada e de baixa caloria (esta tem 1300) é do que você precisa para emagrecer 5 quilos em 15 dias! 

Jejum 
1 xícara (200 ml) de chá-verde (de preferência puro e morno, todos os dias) 

Para montar o cardápio para 15 dias, combine as opções de refeição da maneira que você preferir. 


Café da manhã 
Opção 1: 1 copo (200 ml) de leite de soja com 6 morangos, 1 col. (sopa) de granola light e 1 col. (chá) de mel (se necessário) + 1 torrada integral com 1 col. (chá) de requeijão light

Opção 2: 1 copo (200 ml) de leite desnatado com café + 1 fatia de pão integral light com 1 col. (chá) de margarina light e 2 fatias de peito de peru light + 1/2 papaia com 1 col. (sobremesa) de semente de linhaça triturada
Opção 3: 1 pote de iogurte light de fruta com 1 col. (sobremesa) de farelo de trigo + 1 fatia de pão integral light com 2 col. (sobremesa) de queijo cottage + 1 fatia média de melão 

Opção 4: 1 copo (200 ml) de leite de soja batido com 1 col. (sobremesa) de cacau em pó + 1 col. (sobremesa) de farelo de trigo + 2 biscoitos integrais + 1 maçã média 

Opção 5: 1 taça de salada de frutas (mamão, maçã e morango) com 2 col. (sopa) de iogurte natural desnatado, 1 col. (sopa) de aveia e 1 col. (chá) de mel (se necessário) + 3 torradas integrais com 1 col. (sopa) de cream cheese light

Opção 6: 1 pote de iogurte natural desnatado com 1 fatia pequena de mamão picado e 1 col. (sopa) de farelo de trigo + 1 tapioca com 2 col. (sopa) de geleia diet de frutas vermelhas + 1 copo (200 ml) de suco de uva (sem açúcar) 

Opção 7: 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula, cogumelo e rabanete + 1 espeto de carne magra grelhada + 2 canelones de ricota ao molho sugo + 1 espeto de morango com chocolate meio amargo 

Lanche da manhã 
Opção 1: 1 pera + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com maçã seca

Opção 2: 1 barra de cereais light + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com erva-cidreira 

Opção 3: 1 maçã + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de abacaxi 

Opção 4: 4 biscoitos de polvilho + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de laranja 

Opção 5: 1 Polenguinho com Fibras + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com erva-doce 

Opção 6: 2 cookies de soja light + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de manga 

Opção 7: 1 fatia fina de bolo simples + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com hortelã 

Almoço 
Opção 1: 1 prato (sobremesa) de salada de escarola e pepino com 1 col. (sobremesa) de castanha de caju + 1 pedaço de frango (sem pele) grelhado com alecrim e tomate seco + 2 col. (sopa) de arroz integral + 1/2 concha de feijão + 3 col. (sopa) de abóbora refogada + 1 fatia de abacaxi

Opção 2: 1 prato (sobremesa) de salada de alface com 4 ovos de codorna e 1 col. (sobremesa) de ervilha fresca + 2 col. (sopa) de arroz integral + 1 porção média de cação ao forno + 2 col. (sopa) de abobrinha e shimeji grelhados + 2 figos (ou 1 fruta da sua preferência) 

Opção 3: 1 prato (sobremesa) de salada de almeirão e palmito polvilhada com 1 col. (sobremesa) de queijo parmesão + 2 panquecas de frango com molho ao sugo + 4 col. (sopa) de espinafre refogado com milho verde + 1 fatia média de melancia 

Opção 4: 1 prato (sobremesa) de salada de alface com 2 col. (sopa) de grão-de-bico + 2 pegadores de espaguete ao alho e óleo + 3 col. (sopa) de brócolis refogados com azeite e alho + 2 pedaços pequenos de quibe assado + 5 uvas verdes (tipo itália)

Opção 5: 1 prato (sobremesa) de repolho roxo e cubos de maçã + 2 col. (sopa) de arroz integral + 4 fatias finas de lombo magro assado + 2 col. (sopa) de farofa com couve-manteiga + 1 fatia de abacaxi com hortelã e capim-cidreira picadinhos 

Opção 6: 3 col. (sopa) de soja ao vinagrete + 2 rodelas de ricota grelhada e temperada com molho de ervas finas + 2 col. (sopa) de purê de mandioquinha + 3 col. (sopa) de seleta de legumes refogada com azeite + 1 taça de mosaico de gelatina diet 

Opção 7: 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula, cogumelo e rabanete + 1 espeto de carne magra grelhada + 2 canelones de ricota ao molho sugo + 1 espeto de morango com chocolate meio amargo 

Lanche da tarde 
Opção 1: 3 damascos secos + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com maçã seca 

Opção 2: 1 banana amassada com 1 col. (sobremesa) de aveia e 1 fio de mel + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com erva-cidreira 

Opção 3: 5 castanhas-do-pará + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de abacaxi 

Opção 4: 1 saquinho pequeno de soja tostada + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de laranja

Opção 5: 3 biscoitos integrais com 1 col. (sopa) de geleia light de morango + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com erva-doce 

Opção 6: 1 pote de iogurte natural desnatado com 2 col. (sopa) de extrato de soja sabor baunilha (ou chocolate) + 1 xíc. (chá) de chá-verde com casca de manga 

Opção 7: 1 pacote médio de pipoca sem manteiga + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com hortelã 
    
Jantar 
Opção 1: 1 prato (sobremesa) de salada de brócolis e couve-flor + 1 filé pequeno grelhado acebolado + 2 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de cenoura refogada + 1/2 banana assada com canela e cacau em pó 

Opção 2: 1 prato (fundo) de sopa de abóbora com agrião + 1 sanduíche com pão ciabatta (sem miolo) recheado com queijo cottage, sardinha escabeche, alface e tomate + 1 laranja-lima

Opção 3: 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula e erva-doce + 1 batata assada e recheada com atum e cogumelo + 3 col. (sopa) de vagem refogada + 2 fatias de manga 

Opção 4: 1 prato (fundo) de sopa de legumes + 2 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de frango xadrez + 3 col. (sopa) de chuchu e tomate ensopados + 1 rodela de abacaxi 

Opção 5: 1 prato (sobremesa) de salada de alface com cenoura e rabanete em rodelas finas + 1 pastel assado de frango desfiado com requeijão + 2 ameixas vermelhas 

Opção 6:  1 prato (sobremesa) de salada de escarola com tomate-cereja e azeitona preta picada + 1 fatia média de quiche de ricota com espinafre, mussarela light e orégano + 1 mexerica

Opção 7: 1 prato (fundo) de creme de mandioquinha + 1 cachorro-quente com 1 salsicha de frango, tomate picado, 1 col. (chá) de mostarda e 1 col. (chá) de ketchup + 1 taça de musse light de limão 

Ceia 
Opção 1: 1 iogurte light de fruta + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com maçã seca 

Opção 2: 2 cookies integrais pequenos + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com erva-cidreira 

Opção 3: 1 fatia média de papaia com semente de linhaça triturada + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de abacaxi 

Opção 4:  1 copo (200 ml) de suco à base de soja + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de laranja 

Opção 5: 1 fatia pequena de melão + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com erva-doce 

Opção 6: 1 rodela de abacaxi com hortelã picada + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com casca de manga 

Opção 7:  1 copo (200 ml) de iogurte batido com banana e ameixa + 1 xíc. (200 ml) de chá-verde com hortelã

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O que é que a mandioca tem: as vantagens do consumo da raiz

O Blog Maria Lopes e Artes esta concorrendo ao Prêmio Top Blog 2013 Brasil / Democracia Digital em sua 5ª Edição do Prêmio.

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  Categoria: Arte e Cultura

Obrigada. Maria Lopes




Barata, resistente, nutritiva e cheia de carboidratos especiais, ela foi eleita pela Organização das Nações Unidas o alimento do século 21. Conheça as vantagens dessa raiz que brota de norte a sul no Brasil

Reportagem: Silvia Lisboa | Edição: MdeMulher


Mandioca
O alimento já foi chamado de "rainha do Brasil"
Foto: Getty Images
Na mesa do jamaicano Usain Bolt, o homem mais veloz do mundo, não falta mandioca. Ela é a principal fonte de energia atleta, segundo revelou seu pai durante as Olimpíadas de Pequim em 2008. E faz sentido: essa raiz tem dois tipos de carboidrato, a amilopectina e a amilose, que, juntos, liberam a glicose mais lentamente para o corpo. Isso facilita a digestão, evita picos de açúcar no sangue e dá gás de sobra para o dia a dia.

Mas não é preciso ser medalhista para tirar proveito do alimento que já foi batizado de a "rainha do Brasil". Tanto é que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) vem endossando sua produção e seu consumo mundo afora. A entidade quer acabar com o status de "comida de pobre" e utilizá-la inclusive para combater a fome.

Fonte de fibras e isenta de glúten - qualidade que a faz não pesar tanto na digestão -, a raiz carrega versatilidade no nome, nas condições de plantio e nas formas de preparo. Dependendo da região, é chamada de aipim, macaxeira, maniva, uaipi ou xagala. Não há tempo ou terra ruim pra ela. "A mandioca é um camelo vegetal", brinca o engenheiro agrônomo Joselito Motta, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa, fazendo referência ao fato de que a planta cresce em solos pobres e resiste a períodos de seca. Ah, ela ainda é barata: custa em média 2 reais o quilo, 30% a menos que a batata.

Mandioca X batata

Por falar na sua rival, a mandioca leva certas vantagens. "Ela possui maior quantidade de vitaminas A, B1, B2 e C", diz a nutricionista Maria Carolina von Atzingen, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Fazendo justiça, porém, precisamos avisar que a abundância em energia traz um efeito colateral: 100 gramas de mandioca têm quase três vezes mais calorias que a mesma porção de batata - são 160 calorias contra 58.

Só que isso não deve assustar quem se preocupa com o peso. "A composição de carboidratos da raiz faz com que ela prolongue a saciedade", conta Rafaella Allevato, coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital San Paolo, na capital paulista. Não por menos, a mandioca costuma ter passe livre em dietas e é indicada a diabéticos. "Ao contrário de outras fontes de carboidrato, ela não gera picos de glicemia", diz Rafaella. Agora, note bem: justamente por ser um reduto desse nutriente, é prudente que ela não seja misturada nas refeições com outros depósitos de carboidrato, como arroz, macarrão...


Alegria dos celíacos

Por ser livre de glúten, a mandioca é queridinha de outra parcela da população, os portadores de doença celíaca - estima-se que sejam 2 milhões só no Brasil. Graças a seus derivados como a farinha e o polvilho, os celíacos conseguem ampliar o limitado cardápio de quem não pode ingerir a proteína que dá as caras no trigo, por exemplo. Segundo Ana Vládia Bandeira Moreira, professora de nutrição da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, o tubérculo ainda ajudaria a conter episódios de diarreia nessa turma. Aliás, a raiz é uma boa pedida diante de diversos problemas que atrapalham o ganho de nutrientes. Tudo por causa daquele lento processo de absorção dos carboidratos, que dá ao organismo mais tempo para assimilar outros compostos. Na hora de cozinhar a mandioca, uma dica: adicione um fio de óleo na água. "Isso auxilia na retenção das vitaminas", garante Ana Vládia.

Apesar de estar presente há cerca de 7 mil anos na Amazônia, a mandioca só ficou mais nutritiva nas últimas décadas. A variedade que hoje está presente na mesa do brasileiro, branca na feira e amarelada após o cozimento, tem dez vezes mais vitamina A que a cultivada no tempo do descobrimento. Ela é resultado de um processo gradual de melhoramento genético, realizado pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e pela Embrapa, que cruzaram diferentes espécies até chegar a um tipo saudável e resistente a pragas. Agora, o IAC vai lançar uma nova variedade ainda mais vitaminada e rica em antioxidantes, substâncias que combatem o envelhecimento celular e reduzem o risco de doenças ligadas à idade, como o câncer. Segundo a pesquisadora do IAC Teresa Valle, a nova espécie terá 900 unidades internacionais (UI) de vitamina A, contra 220 UI da consumida atualmente, e deve chegar ao mercado em 2014. Pelo visto, se depender da mandioca, Usain Bolt vai quebrar recordes até ficar com os cabelos bem brancos.


Raiz histórica

O Brasil é a terra natal da mandioca. Do centro do país, o tubérculo se espalhou por mais de 100 nações desde a chegada dos portugueses. Sua importância era tanta nos tempos de colônia que o padre José de Anchieta a batizou como o "pão da terra". Citada na carta de Pero Vaz de Caminha, ela acabou adotada pelos lusitanos. "Não fosse sua presença, a ocupação das terras brasileiras teria sido mais difícil", diz Joselito Motta. Não à toa, o historiador Luís da Câmara Cascudo chamou a planta de a "rainha do Brasil."

Tesouro de nutrientes - o que há em 100 g de mandioca

Calorias (Kcal)........................160
Proteínas (g)..........................1,36
Lipídeos (g)............................0,28
Carboidratos (g)...................38,06
Fibras (g).................................1,8
Cálcio (mg)...............................16
Vitamina C (mg).....................20,6

Ao gosto do freguês

Ela pode ser degustada cozida, frita, em purê e dá origem a tapioca, polvilho e farinha. Confira:
Mandioca
1. Cozida
O tempo no fogão costuma variar dependendo da colheita. Em geral, levam-se 15 minutos em fogo alto com água e um fio de óleo. O segredo para deixá-la macia é mantê-la imersa na água do cozimento até o momento de servir.
2. Farinha
Entra na receita de massas e bolos e é a base da tradicional farofa, que vai bem com feijoada e carne de sol. Para prepará-la, é indispensável usar óleo ou manteiga. Então, cuidado com os excessos.
3. Tapioca
Priorize a goma fresca para sentir mais o sabor. O importante no preparo é não dourar a tapioca: coloque na frigideira, vire-a e retire imediatamente. Sirva-a branquinha e, no recheio, use a imaginação.
4. Polvilho
Prefira os tipos frescos, menos industrializados, que têm sabor mais marcante. O azedo é usado no pão de queijo e nos sequilhos. O doce é ingrediente da chipa, biscoito da culinária paraguaia.
5. Frita
Eis a tentação dos botecos. Antes de fritar, é preciso cozinhar a mandioca e mantê-la imersa na água até o momento de cortar e levar à panela com óleo. Uma alternativa mais saudável são as fritadeiras elétricas à base de água
.Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/alimenta-saude/mandioca-vantagens-consumo-raiz-751627.shtml

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

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Obrigada. Maria Lopes