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quinta-feira, 12 de julho de 2012

As Plantas Medicinais «H»

As Plantas Medicinais «H» HAMAMELIS - Hamamelis virginiana A tintura da casca e folhas tem ação desinfetante. A tintura, e também em forma de pomada, pode ser utilizada, externamente, em casos de hemorróidas, disenteria, gonorréia, leucorréia, tumores, inflamações externas, pústulas, inflamação dos olhos, picadas de insetos, veias varicosas. Já o decocto é utilizado no combate às diarréias, menstruação em excesso, hemorragia pulmonar.

HERA-TERRESTRE - Nepeta glechoma; Glechoma sederacea; Calamenta hederacea. Vegetal empregado nas afecções catarrais, principalmente nas das vias respiratórias, pois facilita a expectoração e combate as secreções mórbidas do catarro. Usada também, nas debilidades do estômago, dispepsias e flatulências. É também um bom diurético. Aplicada em cataplasmas, resolve úlceras e tumores. O que usar: planta florida Dose: deve ser tomada fria, às xícaras.

HISSOPO - Hyssopus off fficinalis O que usar: Flores, e folhas secas. USO INTERNO: óleo e infusão: asma, bronquite, inflamações da boca e garganta, depurativo, digestivo. USO EXTERNO: óleo e infusão: chagas e úlceras, erupções cutâneas. Compressa: contusões.

HORTELÃ - Monarda punctata Usa-se toda a planta, em infusão e salada, nos casos de amenorréia, náuseas, vômitos, gases, analgésica, estimulante, diurética. O que usar: planta.

HORTELÃ - Menta Mentha piperita Estimulante e tônico, indicado contra a prisão de ventre, cólicas intestinais, hepáticas e abdominais, dores de cabeça, digestão difícil, insônia, flatulência, vermes, cálculos biliares, icterícia, palpitações, tremedeira e reumatismo. É usado também corno calmante e afrodisíaco. Seu bagaço limpa feridas, enquanto que o sumo desta planta embebido em algodão acalma as dores de dente. O que usar: flores e sumidades floridas.

As Plantas Medicinais «G»

As Plantas Medicinais «G» GAMELEIRA - Figueira-branca - Figueira-brava. Ficus doliaria. O chá feito com a casca desta planta expulsa lombrigas e combate a hidropisia. Externamente, pode-se aplicar o leite desta planta sobre os cravos das boubas, para curá-las. O que usar: suco leitoso e cascas.

GENCIANA - Tônica, estomática e febrífuga.

GENGIBRE - Zingiber officinalis É afrodisíaco, excitante e digestivo, e estimula a imunidade. Combate cólicas, gases, gripes, tosses e bronquites, diarréias, resfriados, asma, cólera, gota, infecções, mau-hálito, tártaros, inflamações gengivais, reduz o colesterol. De sua raiz é feito o quentão das festas de São João. O que usar: raiz e cascas.

GERVÃO - Indicado contra moléstias do estômago e fígado, febres e prisão de ventre. Lavar a cabeça com o chá facilita a menstruação. O que usar: planta.

GINSENG - Panax quinquefolium Tonificante; no trato de resfriados, tosse, estomatite, prisão de ventre, inflamações urinárias e pulmonares, distúrbios nervosos, fadiga, úlceras gástricas. Usa-se a raiz, em infusão e/ou mascada.

GIRASSOL - Helianthus annuus Indicado contra resfriados, hemorragia nasal, males do coração, dores do estômago, nervos e contusões. Tintura das folhas: febre, malária, resfriado, estomatite, hematúria. Infusão das sementes: excitação nervosa. Uso externo da tintura: chagas, contusões, feridas. O que usar: sementes e folhas tostadas.

GOIABA - Corta a diarréia, é indicada contra tosses e bronquite. Contrai varizes, além de ser eficaz em gargarejos e lavagens intestinais.

GUACO - Cipó-catinga - Erva-de-cobra. Mikania guaco; Mikania amara Sudorífico, antiespasmódico. O chá de suas folhas e indicado contra o reumatismo, febres, gota e sífilis. No interior, também é empregada contra o veneno de cobras e insetos, por ser cicatrizante e calmante. É excelente xarope contra tosses rebeldes, gripe e bronquite. O que usar: folhas.

GUAIACO - Pau-santo Guayacum officinalis O cozimento de suas cascas e talos, é indicado contra as afecções da pele, amenorréia, asma, bronquite, catarros crônicos, escrofulose, gota, gripe, resfriados, reumatismo e sífilis. O que usar: cascas e talos.

GUAPEVA - Nhadiroba - Jabotá Fevillea trilobata Suas sementes, levemente torradas, são empregadas contra a inflamação do fígado e a icterícia. O azeite que se obtém das sementes é purgativo e, em fricções, combate reumatismos, impingens e erisipela. O suco de suas folhas é excelente contra mordidas de cobras, e bom como carrapaticida. O que usar: sementes e folhas

GUARANÁ - Naranàzeiro Paullinia cupana Devido as suas propriedades adstringentes, o guaraná é excelente remédio nas diarréias, gases, disenterias e hemorragias. Recomendado contra a arteriosclerose, nevralgia e enxaqueca. Para estes fins usa-se o guaraná em pó. O guaraná também é tônico, revigorante, estimulante e reconstituinte, levantando a força dos depauperados. Também usado nas infecções e como desinfetante. Externamente: possui propriedades cicatrizantes. Obs.: crianças, mulheres gestantes ou que amamentem, cardíacos e hipertensos devem evitá-lo. 0 que usar: sementes (reduzidas a pó).

GUASSATONGA - Cicatrizante e hemostático.

GUAXUMA - O chá da raiz de guaxuma é indicado nos casos de urina presa, tosse e bronquite. É vermífuga, faz baixar a pressão, atua contra a indigestão e amarelão.

GUINÉ - Petiveria alliacea Indicado contra as doenças da cabeça, da vista e contra a falta de memória. É bom para tratar reumatismos, doenças venéreas, reumatismo, paralisia e nervos. Também possui ação antiespasmódica, abortiva, diurética, e como vermífugo. Além de o chá de sua raiz aliviar as dores de dente. O que usar: folhas e raiz.

As Plantas Medicinais «F»

As Plantas Medicinais «F» FEDEGOSO - Mata-pasto - Mamangá - Pajamarioba. Cassia occidentalis; Cassia medica Suas folhas são purgativas e emenagogos. A casca da raiz é diurética, boa no combate à hidropisia e às moléstias do fígado. O decocto de suas raízes age como antelmíntico enérgico e de grande eficácia contra a febre. O que usar: folhas, raiz e cascas.

FEL DA TERRA - Na icterícia, febres constantes e nos embaraços gástricos. O que usar: planta. Posologia e modo de usar: contate-nos. FEVÍLLEA - Nas dores de estômago e fígado. Posologia e modo de usar: contate-nos. FICIFÓLIA - As folhas, em infusão, são empregadas nas histerias, asma, cólicas menstruais, menstruações difíceis e febres intermitentes. O que usar: folhas.

FIGO - Bom alimento para os nervos. O chá de suas folhas serve para fazer gargarejos, curar gengivas e diabete, e bom para eliminar cálculos dos rins e fígado. O que usar: folhas.

FIOS-DE-OURO - Cipó-dourado - Cipó-chumbo -Xirimbeira - Cuscuta) Cuscuta umbellata Toda a planta utilizada em forma de chá é excelente adstringente, estomáquico e diurético. Usado nas bronquites, tosses e catarros. O que usar: tintura e planta.

FLOR-DA-NOITE - Flor-do-baile - Flor-cheirosa - Cactus-de-flor-grande. Cereus grandiflorus, Cactus grandiflorus. Evita a angina do peito. Combate os males do coração, causados pelo excesso de café, álcool e fumo. Atua contra o nervosismo, febres, resfriados e dores de cabeça. O que usar: caules.

FLOR-DA-TRINDADE - Amor-perfeito - Violeta de Três Cores. Viola tricolor, Viola arvensis. Depurativo do sangue. É indicado nas afecções cutâneas como eczemas, impingem, herpes ou quaisquer doenças relacionadas ao sangue. Faz-se o chá com suas folhas e flores, e pode-se reforçar aplicando compressas no local afetado. O que usar: flores e folhas.

FLOR-DE-CORAL - Erythrina corallodendron. O cozimento de suas cascas serve para combater as hepatites crônicas e as obstruções do fígado. O que usar: cascas.

FRUTO DE BICUÍBA - Nos reumatismos. Na asma, faz declinar seus acessos. FUNCHO - Erva doce - Anis Anethum foeniculum; Foeniculum dulce. São estimulantes, depurativos, carminativos, usados em cólicas e na eliminação de gases intestinais em crianças. Também nos males do intestino, obesidade, cãibras, reumatismo, diabetes, olhos, memória, nas mordeduras de cobras e escorpiões, e estimula a secreção láctea. Sua raiz é diurética e faz aumentar o leite das mães. O que usar: raiz e sementes.

As Plantas Medicinais «E»

As Plantas Medicinais «E» EMBAÚBA - O suco da raiz serve para tratar úlceras cancerosas. De suas folhas se faz um xarope que debela tosse, asma, gripes e coqueluche. Tonifica o coração, regularizando suas batidas. Provoca a urina.

ENDRO - Anethum graveolens-Pastinaca anethum Para dispepsias, cólicas, arrotos, flatulências e hiperacidez estomacal usam-se as sementes em infusão. Externamente, nas inflamações dos olhos, pode-se aplicar compressas embebidas com o chá das sementes; já os banhos de vapor tiram as dores da matriz. O endro também pode ser fervido em azeite de oliva para ser aplicado quente sobre furúnculos, amadurecendo-os e retirando a dor. O que usar: sementes.

ERVA CIDREIRA - Melissa Melissa officinalis - Cymbopogon citratus Indicada contra as doenças do estômago, nervos, insônia, dores, desmaios, resfriados, gases, epilepsia, enxaquecas, má circulação do sangue, palpitação do coração e vertigens. Extremamente usada como calmante. Dores de dente podem ser aliviadas bochechando-se com um pouco de seu chá quente. Seu chá, morno, também pode ser utilizado em lavagens intestinais, com grandes resultados nas diarréias com sangue. Externamente, pode-se aplicar folhas frescas de erva-cidreira sobre as pálpebras, acalmando as dores em olhos inflamados. Cataplasmas quentes aplicados sobre o ventre acalmam toda classe de dores do intestino, fígado, matriz e estômago. Banhos com esta erva possuem propriedades calmantes. O que usar: flores e folhas frescas. Compressas: feridas. Banho: calmante.

ERVA COBRE - Guaco - Erva-de-cobra - Coração-de-Jesus Mikania cordifolia Em banhos, é empregada contra gota e reumatismo. Externamente, pode-se empregar o suco das folhas, em fricções, nos casos de nevralgias, contusões, gota e reumatismo, sobre as partes doloridas. O que usar: planta.

ERVA DE BICHO -

OBS: É considerada abortiva, não sendo recomendada para mulheres em gestação. Forma de uso : Para afecções das vias urinárias, erisipelas, eczemas, varizes, fragilidade capilar, e como estimulante da circulação, a literatura recomenda o seu chá preparado adicionando-se água fervente em 1 xícara (de chá) contendo 1 colher (de sopa) de folhas e ramos picados, na dose de 1 xícara (de chá), 3 vezes ao dia. Recomenda-se também para seu uso externo, em aplicações locais de seu chá concentrado contra afecções da pele, feridas e úlceras varicosas, e na forma de banho de assento, contra hemorróidas, e como cataplasma, nos casos de reumatismo, artrites e dores musculares. Em banhos, contra hemorróidas, coceiras e dermatoses. Cozinha-se a planta.

Fonte - http://www.cultivando.com.br: ERVA-DE-BUGRE- Erva de lagarto - Erva de teiú - Língua de teiú - Café-bravo Casearia sylvestris; Samyda sylvestris Depurativa do sangue, sendo usada contra sífilis, moléstias da pele e nas hidropisias. O que usar: folhas e raiz.

ERVA-DE-COBRA - Guaco - Erva-cobre - Coração-de-Jesus Mikania cordifolia Em banhos, é empregada contra gota e reumatismo. Externamente, pode-se empregar o suco das folhas, em fricções, nos casos de nevralgias, contusões, gota e reumatismo, sobre as partes doloridas. O que usar: planta.

ERVA DE LAGARTO - Indicado contra sífilis, reumatismo, coceiras e feridas rebeldes. Posologia e modo de usar: contate-nos ERVA DE PASSARINHO - Nas hemoptises, pneumonias, bronquites, dores e pontadas no peito.

ERVA DE SANTA LUZIA - Erva-andorinha Euphorbia brasiliensis Fornece uma boa cataplasma para curar úlceras crônicas e feridas velhas. Nas inflamações dos olhos. O que usar: folhas machucadas.

ERVA DE SANTA MARIA - Vomiqueira - Erva formigueira Chenopodium ambrosioides Poderoso vermífugo, também combate as doenças nervosas, hemorróidas, varizes, dores e indigestões. Emenagogo. O que usar: tintura, sementes, flores e folhas. Folhas e sementes - Infusão e tintura: na tuberculose, bronquite, tosse, e como diurético e calmante. Sumo: vermífugo.

Entre seus poderes mais difundidos está o de expulsar parasitas intestinais (comprovado cientificamente - cerca de 60% de seu óleo essencial é composto por ascaridol que age contra Ascaris lumbricoides - mas em grande quantidade pode ser tóxico e hoje há anti-helmínticos mais eficazes e seguros), aliviar cólicas, diminuir gazes, estimular o apetite, melhorar a digestão, curar picada de insetos, bronquites, úlceras e tantos outros males.

ERVA DE SÃO JOÃO - Catinga de Bode Nas tosses, bronquites, gripes e resfriados, diarréia, cólicas, gases, reumatismo. O que usar: folhas.

Essa erva é usada com mais frequência no tratamento da depressão, mas também tem uso tópico (diretamente sobre a pele) no caso de problemas de pele, inclusive eczema. Ela contém uma substância chamada hipericina que se acredita ter propriedades anti-inflamatórias

ERVA-DO-CAPITÃO - Barbarosa - acariçoba - acaciroba - acaricaba Hydrocotyle umbellata - Hydrocotyle bonariensis Esta erva é aperiente, desobstruente, diurética e tônica. Usa-se sua raiz em decocto no combate às afecções do baço, fígado e intestino, diarréia, reumatismo e sífilis. Suas folhas só devem ser usadas externamente, e nunca internamente, pois afirma-se que são venenosas. Na aplicação externa, no combate às sardas e outros tipos de manchas de pele, a planta toda é usada em decocto. O que usar: planta.

ERVA DO FÍGADO - Usada nos distúrbios do fígado e baço. Hepato protetora. ERVA DOCE - Funcho -Anis São estimulantes, depurativos, carminativos, usados em cólicas e na eliminação de gases intestinais em crianças. Também nos males do intestino, obesidade, cãibras, reumatismo, diabetes, olhos, memória, nas mordedura de cobras e escorpiões, e estimula a secreção láctea. Sua raiz é diurética e faz aumentar o leite das mães. O que usar: raiz e sementes. Posologia e modo de usar: contate-nos ERVA DUTRA - Mikania martusiana Para abscessos internos, anginas, diarréia rebelde, hemoptises, rouquidão e vômitos. O que usar: folhas e talos.

ERVA GROSSA - Nas tosses e bronquites. Também usada para dissolver cálculos renais. ERVA MACAÉ - Nos vômitos e embaraços gastrintestinais. Nas diarréias de crianças. ERVA MATE - Ilex paraguayensis / brasiliensis Reanima as forças corporais e cerebrais. Dá resistência à fadiga, ativa a circulação, excitante, tonificante, diurético, digestivo, laxante. Na dispepsia, e nos distúrbios estomacais e hepáticos. O que usar: folhas.

ERVA MOURA - Carachichu - Maria preta - Pimenta-de-galinha - Guaraquinha Solanum nigrum - Solanum crenato dentatum - Solanum hortense - Solanum inops - Solanum officinarum - Solanum pterocaubon - Solanum ptycanthum ATENÇÃO: USO EXTERNO. Em cataplasmas, é boa para combater tumores inflamatórios, furúnculos, panarícios e queimaduras. O chá feito com o cozimento de suas folhas é bom para lavar partes inflamadas, irritadas ou dolorosas. Pode-se aplicar suas folhas, frescas, machucadas, sobre feridas e úlceras. O que usar: folhas frescas.

ERVA POMBINHA - Possui propriedades diuréticas e desobstruentes, indicada para eliminação de cálculos renais e biliares.

ERVA SILVINA - Nas hemoptises, nas diarréias sanguinolentas e na tosse de tuberculosos.

ERVA TOSTÃO - Agarra-pinto - Amarra-pinto - Pega-pinto - Tangaraca - Bredo-de-porco. Boerhaavia hirsuta Indicada contra inflamações da bexiga, congestões do fígado, cálculos biliares, icterícia e ingurgitamento do baço, além de combater o nervosismo. Age, de forma suave, como diurético nos rins. O que usar: sementes, raiz e folhas.

ESPINHEIRA DIVINA - Nas dores do estômago. Laxativo. ESPINHEIRA SANTA - Salva-vidas - Espinho de Deus Maytenus hicifolia Obs: Não utilizar durante a amamentação Cicatrizante e desinfetante. É, ainda, boa para os rins, pois acalma as dores e neutraliza o ácido. Nas úlceras, gastralgias e dores de estômago. O que usar: folhas. Infusão das Folhas: analgésica, desinfetante, cicatrizante, dores, gastrite, úlcera, propriedades laxantes, e diuréticas. Sumo: feridas, acne, eczemas.

ESTIGMA DE MILHO - Barba de milho Diurético. Nos cálculos renais.

Em chá de cabelo de milho,a sabedoria antiga das nossas vovós nos ensina sobre isso. O cabelo de milho são os fiozinhos amarelos ou amarronzados que ficam na ponta da espiga de milho. Ele é conhecido em várias partes do Brasil por “barba de milho” ou “estigma de milho”. O cabelo de milho é diurético e o chá auxilia no problema da retenção de líquidos que incomoda muita gente. Também em forma de chás é indicado para potencializar o emagrecimento.

Modo de fazer o chá de cabelo de milho: Ingredientes: 1 e 1/2 colher (sopa) de cabelo de milho e 500 ml de água filtrada. Preparo: Leve tudo no fogo para ferver. Quando ficar morno, coe e beba. * Quantidade Recomendada :-1 xícara (chá) a cada 12 horas (no período de retenção). OBS:Pessoas com dificuldade de urinar por conta de inflamações na próstata devem evitar esse chá porque pode agravar a dor. O chá de cabelo de milho, elimina o ácido úrico, dissolve areias e cálculos renais, diminui dores, purifica o sangue, diurético, combate infecções de vesícula dos rins e da bexiga, segundo a Faculdade Unioeste. EUCALIPTO - Eucalyptus globulus É anticéptico e antiespasmódico.

Combate febres, gripes, diabete, bronquite, asma, gangrena pulmonar, males da bexiga e das cadeiras. O óleo das folhas pode ser usado nos casos de asma e bronquite (inalação), e ainda como cicatrizante e desinfetante (chá). A decocção das folhas também pode ser usada nos casos de bronquite, febre, estomatite, faringite, gripe, resfriado, tosse, sedativo, desinfetante, sudorífero. O que usar: folhas verdes.

As Plantas Medicinais «D»

As Plantas Medicinais «D» DENTE-DE-LEÃO - Taraxaco Taraxacum officinale - Taraxacum deus leonis - Leontodon taraxacum Excelente depurativo do sangue, e é um bom remédio contra as enfermidades do fígado, especialmente a icterícia. Nas hidropisias, o dente-de-leão se manifesta como um eficaz diurético. O que usar: Flores, folhas e raiz. Flores, folhas e raiz em Saladas: depurativo do sangue, fígado. Decocção e infusão: depurativo, hidropisia, afecções do fígado, acidose, icterícia, diabetes. Sumo das folhas: cálculos renais e fígado. Posologia e modo de usar: contate-nos DOURADINHA - Douradinha verdadeira - Douradinha dos campos Walteria douradinha - Stemodia armaria Nas doenças de pele, furunculoses e equizemas, coceiras, feridas, ácido úrico. Depurativo e diurético. O que usar: tintura e folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos DRIMIS - Tônico estomático e antiescorbútico. O que usar: tintura. Posologia e modo de usar: contate-nos

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Fitoterapia com a Letra C

Capim.Tiririca Junça/Tiririca - Cyperus esculentus e Cyperus rotundus Cyperus rotundus - fonte Wikipedia

A floração avermelhada distingue esta espécie, muito semelhante à C. esculentus, no alto, que possui floração amarelada.

Duas plantas espontâneas, normalmente tidas como daninhas em plantações: Cyperus esculentus é comestível e de altíssimo valor nutritivo, antioxidante, e fortalecedora do sistema imune; a outra, C. rotundus, é medicinal de muitos usos tradicionais (como alivio da febre e inflamações, e no combate à infecções e vermes). Além de tudo isso, elas são indicadoras de baixa qualidade do solo (solos desestruturados e ácidos, onde não é fácil plantar).

- Nomes científicos: Cyperus esculentus L.(inflorescências amareladas) e Cyperus rotundus L. (inflorescências avermelhadas)

- Nomes populares: Junça, junca, junco, chufa, tiririca, tiriricão.

- Família: Cyperaceae

- Região de Origem: Egito e Índia (centros de domesticação), respectivamente. - Ervas eretas, perenes, com hastes triangulares. Medem até 60 cm. Folhas estreitas, em forma de ponta. Além das diferenças na coloração das inflorescências, C. esculentus também possui tubérculos globosos ("coquinhos") nas extremidades das raízes, alguns centimetros abaixo do solo. Veja um exemplo na primeira foto, que mostra um pequeno coquinho de uma planta ainda jovem. Estes coquinhos podem ficar bem maiores.

Infelizmente, boa parte da agrônomia moderna se dedica a eliminar estas plantas, famosas e antigas inimigas das plantações. Porém quem começou a inimizade não foram elas, fomos nós. Antigas civilizações (o Egito Antigo e a Índia Ayurvédica) domesticaram estas plantas por causa de suas enormes utilidades, e elas se deram tão bem em áreas cultivadas que hoje resistem em serem expulsas destas, o que deveríamos agradecer, ao invés de simplesmente demonizá-las como "daninhas" e aumentar o uso de agroquímicos.

A primeira, mais conhecida como junça (no Nordeste) ou chufa (na Espanha, onde ainda é cultivada), é mais famosa pela sua qualidade nutricional do que seus usos medicinais (embora também possua diversas propriedades curativas, algumas similares as de sua espécie-irmã, que falaremos adiante). Os tubérculos, escondidos no solo, são grandes e nutritivos, e diz-se que têm gosto de coquinho. São riquíssimos em açúcares, proteínas e gorduras: as análises nutricionais mostraram que a ingestão de 150 a 200 gramas destes tubérculos já é suficiente para atender as necessidades nutricionais de uma pessoa adulta em termos destes nutrientes (ficam faltando apenas vitaminas, água, e sais minerais). Além de tudo isso, ela possui substâncias oxidantes, e seu consumo fortalece o sistema imunológico. É uma planta tão espetacularmente nutritiva que têm se considerado usá-la como alimento de astronautas em órbita.

A segunda espécie, conhecida mais como tiririca (embora este nome seja aplicado às duas espécies), possui maior fama como planta medicinal (quer dizer, quando não está sendo tratada como praga). Como falei na introdução, possui muitos usos tradicionais, principalmente no alivio de febres e inflamações e no combate à infecções (apresenta propriedades anti-microbianas). Possui também propriedade vermífuga, ou seja, é um veneno para os vermes que nos incomodam. É famosa na Índia, local de sua domesticação original, pelo seu emprego na medicina ayurvédica. Têm sido muito estudada científicamente, e diversos de seus usos tradicionais têm se confirmado.

Estas duas plantas, muito parecidas em quase todos os aspectos, nascem espontâneamente e são facilmente encontradas pelos campos. Aparecem em maior quantidade nos campos deteriorados, de modo que indicam a qualidade do solo (no caso, a falta de qualidade do solo, que se tornou desestruturado e ácido, muitas vezes por conta de atividades humanas inadequadas) e ao invés de serem chamadas de "benção", são chamadas de mato, "plantas daninhas", e gasta-se muita energia para tirá-las dos campos e plantar com dificuldade qualquer outra coisa menos nutritiva ou saudável no lugar. Com certeza, temos um problema muito grande de vocabulário aqui: não são elas quem são "daninhas".

Referência: “Plantas Medicinais no Brasil – Nativas e Exóticas”, Harri Lorenzi e F. J. Abreu Matos. 2ª Edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.

Carqueja (Baccharis trimera)

Esta é uma planta da qual realmente dá gosto de falar, pois possui inúmeras qualidades terapêuticas. A carqueja é uma planta nativa da América do Sul, encontrada desde o norte, na Amazônia, até nos pampas argentinos. No Rio Grande do Sul ela chega a ocupar todas as regiões de banhados, ou sejam, as regiões baixas como as várzeas. A incidência é tão grande que causa uma série de problemas, como deixar um gosto amargo no leite, se o gado consumir a carqueja por falta de pasto, ou ainda deixar o mel amargo quando as abelhas, por falta de flores de outras plantas, recorrem às da carqueja. Já no restante do Brasil a incidência não é tão intensa, sendo encontrada mais em regiões baixas, beiradas de córregos ou qualquer região mais úmida. A carqueja é uma planta herbácea que possui suas folhas aderidas ao caule e não possui bainha foliar. A planta macho atinge cerca de 1 m de altura, mas a planta fêmea pode atingir até 2 m, possuindo um caule bem mais lignificado, ou seja, mais grosso e mais firme. Suas folhas são pequenas e de coloração branca levemente puxada ao creme. De sabor extremamente amargo não tem como ser confundida. Existem outras variedades de carqueja, inclusive de folhas menores e bem menos amargas, denominadas de "carquejinha doce", mas de eficácia terapêutica bem inferior à da carqueja amarga. O cultivo produz uma carqueja de extrema qualidade, proporcionando um resultado excelente. Já a coletada no campo não produz uma erva de qualidade, devido basicamente à falta de higiene e conhecimento dos coletores. É muito comum os agricultores do Rio Grande do Sul roçarem os pastos, principalmente os banhados, e deixarem secar ao sol. Isto irá proporcionar uma erva de péssima qualidade, de cor amarronzada, praticamente sem valor terapêutico. Esta é a droga que os atacadistas de São Paulo recebem para distribuir para os laboratórios e farmácias. As qualidades terapêuticas da carqueja são inúmeras, sendo muito empregada pela população de toda a América do Sul. Planta praticamente atóxica nas dosagens usuais, pode provocar alguns distúrbios em quantidades exageradas. Possui uma leve ação diurética, sendo utilizada em regimes de emagrecimento. Algumas pessoas utilizam para o controle da taxa da glicose em casos de diabetes, mas ainda não existe nenhum trabalho científico comprovando esta aplicação, mas temos muito resultados para problemas de fígado. A carqueja é uma planta com uma ação hepatoprotetora muito boa e indicada nos casos de má digestão e problemas do fígado em geral. Quando comemos ou bebemos um pouco além de nosso limite, sobrecarregamos o nosso fígado e aí passamos a sentir dor de cabeça, irritabilidade, insônia, boca amarga e às vezes dor pelo corpo todo. Nestes casos, nada melhor do que um Extrato Fluido de Carqueja pelo menos umas três ou quatro vezes ao dia, ou então um chá bem morno após cada refeição. Faça este tratamento pelo menos por uns três meses e depois suspenda. Uma outra situação muito boa para empregar a carqueja é nos casos de pedra na vesicular biliar. Esta planta possui uma capacidade de aumentar a produção e a liberação de bile, inclusive fluidificando-a. Não recomendamos nos casos de mães que estejam amamentando, pois o leite materno pode se tornar levemente amargo. Ademar Menezes Juniorhttp://www.oficinadeervas.com.br Caruru

Fonte: Wikipedia Planta comestível e medicinal (aumenta a lactação, emoliente, diurética, e combate infecções de pele). Também indica solos férteis (com muita matéria orgânica e relativamente sombreados).

Diversas espécies do gênero Amaranthus são chamadas de 'caruru' (ou 'bredo', ou 'amaranto') e possuem propriedades semelhantes. Alguns exemplos são: Amarantuhs viridis L.: caruru de mancha, caruru pequeno, caruru de porco. (foto) Amaranthus hibridus L.: bredo vermelho, caruru bravo, caruru roxo, chorão, crista de galo.

Amaranthus spinosus L.: bredo, bredo de chifre, bredo de espinho, caruru bravo, caruru de espinho, caruru.

Família: Amaranthaceae

Centros de origem: Algumas espécies são da Europa, outras da América Tropical (trazidas pelos povos europeus, aparentemente se hibridizaram, naturalizaram, e formaram novas espécies).

Plantas eretas, podem chegar a cerca de 1 metro de altura ou mais. Possuem flores muito pequenas, esverdeadas, dispostas nas hastes terminais. Caule é uma haste grossa e um tanto carnosa. Algumas possuem espinhos junto às axilas dos caules e folhas. Outras exibem colorações variadas no caule.

As folhas, flores e sementes, podem ser consumidas em saladas, ao natural, mas também podem ir junto das hastes (caule) em refogados muito deliciosos ou outras receitas. As folhas de diferentes espécies de caruru tem gostos diferentes, algumas mais ou menos amargas que outras. A escritora do blog "Come-se", Neide Rigo, traz mais alguns comentários sobre estas plantinhas, e ainda divide algumas receitas. O blog dela é muito bom, recomendo imensamente. (Come-se: quiche-de-caruru, Come-se: caviar-de-amaranto.)

Outra questão: aparentemente nas idas e vindas destas plantas pelos continentes (não foram poucas), eles acabaram sendo referência de um prato típico baiano, embora ele hoje não seja mais preparado com caruru (Wiki: Caruru prato). Sendo plantas que foram tão utilizadas, porque sumiram da mesa brasileira? Isto é ainda mais intrigante quando se sabe que são plantas altamente nutritivas, ricas em ferro, potássio, cálcio, e vitaminas A, B1, B2 e C. Além, também aumentam a lactação. Alguns de seus efeitos medicinais (abaixo) podem ser sentidos, positivamente, na ingestão comum do caruru como alimento. Repito: por que não comemos mais caruru?

Não é uma resposta, mas algo "negativo" sobre o caruru é que algumas espécies possuem manchas escuras no centro das folhas. Estas manchas são simplesmente marcas genéticas, não oferecem nenhum mal. São uma estratégia da espécie para evitar predação por herbívoros, que associam este tipo de marca a plantas doentes e não adequadas para alimentação (o que é uma suposição inteligente).

Os carurus também são plantas medicinais de uso bastante amplo. As raízes são usadas externamente contra infecções de pele. Raízes e folhas são eficazes no combate à gonorréia, e também são bons como emolientes (cremes para hidratar a pele). Folhas são diuréticas (como o álcool: aumentam o volume de urina) e laxantes. Além disso, como já comentei, qualquer uso de qualquer parte da planta aumenta a lactação. Não é difícil encontrar receitas para estes usos pela internet, mas se alguém preferir maior garantia e tiver algum interesse em particular, eu posso colocar online receitas dos livros de referências.

Última questão destas plantas. Como outras plantas daninhas, os carurus dão algumas informações sobre o solo em que estão nascendo espontaneamente (indicadoras de qualidade do solo). E aprendemos a identificar o que dizem: que tal solo é fertil, com grande quantidade de matéria orgânica e potássio; e é moderadamente bem sombreado, o que a maior parte das plantas prefere. Características boas para maior parte dos plantios.

“Plantas daninhas do Brasil – terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas”, Harri Lorenzi. 4ª Edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.

“Plantas Medicinais no Brasil – Nativas e Exóticas”, Harri Lorenzi e F. J. Abreu Matos. 2ª Edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.

Caruru é a designação comum a certas plantas do gênero Amaranthus, da família das amarantáceas, algumas de folhas comestíveis, bastante utilizada em culinária. A maioria delas é invasora de plantações. O caruru é também conhecido como bredo na região da Bahia e utilizado na culinária local, reservando-se o termo “caruru” ao prato preparado com esta planta.

O caruru é uma planta nativa das Américas, foi a primeira vez conhecido pelos europeus através dos Maias no México. Na cultura brasileira estudiosos acreditam que foi culturalmente introduzido pelos africanos: admite-se que a cozinha africana tenha influenciado a culinária brasileira. Foram comparadas a culinária do Daomé nagô e da Nigéria ioruba com a cozinha baiana. Foram recíprocas as influências. Cita-se o caso do caruru de origem indígena, preparado com bredo, outra planta do gênero Amaranthus e que, levado para a África incorporou o quiabo, planta africana, tendo, então, o caruru retornado modificado, para o Brasil.

Todas as partes do caruru são comestíveis. É um alimento rico em ferro, potássio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Tendo funções medicinais como lactígeno, combate também infecções, problemas hepáticos, hidropsia e catarro da bexiga. As sementes podem ser ingeridas torradas ou em pães e outras receitas.

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Capuchinha - Trapaeolum majus

Um delicioso complemento para saladas, seja com suas flores ou suas folhas. E uma planta medicinal de renome, e de grande praticidade (útil como anti-séptica, diurética, e no tratamento de afecções pulmonares ou das vias urinárias). Também usada para proteger outras plantas de herbívoros em hortas. - Nome científico: Trapaeolum majus L. - Nomes populares: Capuchinha, capuchinho, mastruço-do-peru, flor-de-sangue, agrião-do-méxico, chagas, chaguinha, nastúrcio, flor-de-chagas, capucine, cinco-chagas, agrião-da-índia. - Família: Tropaeolaceae - Região de origem: Américas (montanhas do México e Peru) - Erva aromática, de ramos carnosos. Chega a 2 metros de comprimento. Folhas de forma semelhante à "discos" (minha interpretação). As flores são solitárias, surgindo em tons amarelados, avermelhados, alaranjados ou mesmo brancas. A capuchinha é uma das mais deliciosas plantas que já provei, com toda certeza. O gosto lembra o de um agrião ou de uma rúcula forte. Tanto as folhas quanto as flores são comestíveis in natura, ótimas para saladas. O aroma também é muito agradável. Por isso e pela exuberância multicor de suas flores, as capuchinhas são muito utilizadas em paisagismo (coisa que eu não seria capaz de fazer, visto que comeria todas as flores à vista...). Ela é tão atrativa que mesmo a fauna nativa não deixa de saboreá-la sempre que pode. Em alguns hortos (como o horto de onde tirei esta foto), as capuchinhas são plantadas na entrada, com o objetivo de evitar que calangos ou outros animais comam as demais plantas, já que eles conseguem se satisfazer facilmente comendo destas folhas. Funciona, e mesmo com esta predação a planta vai bem, e nossas saladas não ficam comprometidas. Um exemplo de planta que sabe lidar muito bem com a herbivoria. Os herbívoros agradecem. Medicinalmente, é utilizada como anti-séptica, ou seja, no tratamento de feridas, evitando infecções. Também é famosa no tratamento de afecções pulmonares, para as quais existe uma infusão simples a base de leite e capuchinhas: mistura-se 2 colheres (sopa) de folhas frescas e amassadas em pilão com 1 xícara (chá) de leite quente. A infusão é tomada ingerindo-se 1 xícara (chá), após ser coada, 2 vezes por dia. Já o chá feito com água, com uma colher (sopa) de folhas picadas (tanto frescas quanto secas, neste caso), serve como diurético e no tratamento de infecções nas vias urinárias. Mas as propriedades desta planta não param por aqui, sendo referenciada inclusive em uma receita para o fortalecimento do couro cabeludo, estimulando crescimento e prevenindo queda de cabelos. Também é empregada no tratamento de escorbuto. Os exemplos não parariam. Quem se interessar por mais informações, basta pedir. Só não deixem de provar esta iguaria se tiverem a oportunidade. Referência:http://vida-nos-bosques.blogspot.com.br “Plantas Medicinais no Brasil – Nativas e Exóticas”, Harri Lorenzi e F. J. Abreu Matos. 2ª Edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.

Fitoterapia com a Letra B

Babosa(Aloe vera) – Planta feminina regida pela Lua e pelo elemento Água. Ter a babosa plantada no jardim afasta a negatividade, e protege contra acidentes domésticos. O sumo de suas folhas é excelente para tratar queimaduras: basta aplicar sobre o local afetado (mas não saia debaixo do Sol com o sumo de babosa sobre a pele). O sumo da babosa é comprovadamente cicatrizante e antimicrobiano, sendo muito recomendada sua aplicação direta sobre ferimentos. Basta cortar a folha, e passar o gel ("mucilagem") dela sobre a ferida ou queimadura. Algumas pessoas, todavia, recomendam retirar com água antes o gel amarelo e utilizar apenas o gel transparente (não é difícil distinguir as diferentes mucilagens da planta). Eu tive bons resultados nos dois casos. Além disso, a planta é muito utilizada para tratar cabelos, sendo utilizada em cosméticos industriais e artesanais.

A babosa é uma planta comestível, inclusive muito rica em sais minerais. Mexicanos comem ela na salada. Na Venezuela, a mucilagem de babosa é parte do café da manhã, misturado com mel. Porém, ela é de um gosto extremamente forte e amargo, devido ao alto teor químico (alguém acompanha os mexicanos quando eles colocam "um pouquinho" de pimenta na comida?). Recomendação: experimente não com um pouco, mas com uma boa porção de mel junto do pedaço de babosa. Fica uma delícia. Só não exagere na dose, mesmo se você estiver acostumado, para não ter distúrbios pelo excesso de algum nutriente (sim, isso é possível, no caso de alguns sais minerais). Claro que estes distúrbios só podem ocorrer se você comer pedaços grandes de babosa todo dia.

Algo interessante da biologia da babosa é que sua química é das mais visivelmente influenciadas pela umidade e pela exposição ao sol. Dependendo destas variáveis, ao ser cortada ela pode exalar cheiro mais ou menos forte, e maior ou menor quantidade de mucilagem. Infelizmente eu nunca sistematizei minhas experiências com babosa, então não posso dar mais detalhes.

Mas algumas pessoas sistematizaram. E pelo menos uma com um fim muito nobre: tratar câncer. O último uso de babosa que vou citar hoje é uma receita, elaborada e melhorada pelo Frei Romano Zago, relatada em seu livro "Câncer têm cura!" (ver referências). Eu nunca experimentei a receita, porém muitos conhecidos, principalmente por intermédio de minha mãe, que divulgou entre os amigos a receita, alegaram ter se curado completamente usando a planta. Esta mesma receita pode ser tomada por pessoas saudáveis pelo menos uma vez ao ano, como tônico e rejuvenescedor, e para prevenir câncer.

Atenção:

- Colher a babosa de preferência de madrugada, antes do nascer do sol, e após 5 dias sem chuva (3 dias, pelo menos). Não colher com orvalho (para evitar o orvalho, colher a planta no meio da noite). Colher logo após o pôr-do-sol não é bom, pode-se colher parcialmente a química diurna da planta, que não é a desejada.

- Recomenda-se que o pé tenha alguns anos de vida.

- Preparar o remédio logo após a colheita. Tanto a colheita quanto a preparação é ideal que sejam feitos ainda longe da luz solar, no escuro. Separe recipientes opacos para guardar o preparado final. Não lave a babosa com água! Use um pano seco ou uma esponja seca para remover qualquer poeira que exista nas folhas antes de começar.

Ingredientes

- Duas, três, ou quatro folhas de babosa (duas, se tiverem 50cm, três se tiverem 35cm, quatro, se tiverem 25cm), de modo a completar aproximadamente 1 metro, em fileira.

- Meio quilo de mel de abelha (evitar mel artificial, refinado, ou outras falsificações).

- 40 a 50 ml de bebida destilada (cachaça de alambique, uísque, conhaque, etc.; não entram álcool puro, vinho, cerveja, licores).A quantidade que cabe em uma pequena xícara de café.

- Não precisa ser apegado as estas medidas. Precisa sim ser apegado em colher em tempo seco e à noite!

Preparo

- Corte a babosa primeiro tirando os espinhos com uma faca afiada, depois picando em cubos. - Tudo para liquidificador. Misture todos os ingredientes bem, até virar um creme esverdeado. Está pronto. - Guarde em um recipiente tampado e opaco, como um vidro escuro, e na geladeira, evitando a luz.

Como tomar:

- Três vezes ao dia, ao fim do jejum antes de cada refeição, tomar uma ou duas colheres do preparado. - Tomar por 10 dias, então não tomar por pelo menos outros 10 dias, antes de tomar por outros 10 dias, assim sucessivamente, até a cura. Quem estiver tomando como tônico, tomar apenas a primeira série de 10 dias, e a seguinte, se desejar, apenas após alguns meses.

Obviamente, não é necessário parar outros tratamentos para tomar o preparado de babosa. E este em nada afeta os outros tratamentos. (a menos, é claro, na possível obtenção de uma cura mais rápida)

Referências:

“Plantas Medicinais no Brasil – Nativas e Exóticas”, Harri Lorenzi e F. J. Abreu Matos. 2ª Edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008. “Câncer tem cura!”, Frei Romano Zago, OFM. 11ª Edição, Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1997. AVISO GERAL: Sempre que utilizar plantas medicinais, certifique-se de colher a espécie correta, e que a planta esteja saudável e tenha crescido em bom solo. Ou seja: evite plantas próximas à esgoto, lixo, sujeira, etc. Evite plantas com sinais de predação por insetos ou fungos. Não utilize produtos agroquímicos sobre plantios de finalidade medicinal. Leia atentamente as dicas e recomendações, no mundo biológico todo detalhe é importante.Parte do texto:http://vida-nos-bosques.blogspot.com.br

Bambu

(Bambusa vulgaris) – Planta masculina regida pelo Sol e pelo elemento Fogo. É consagrada a Apolo, Athena e Iansã. Seu poder está ligado à proteção, ao exorcismo, à realização de desejos e ao lançamento de maldições. Bambu em pó deve ser queimado como incenso sempre que necessitar de proteção.

Iguaria extremamente valorizada pela cultura japonesa e seus admiradores, o broto de bambu, além de extremamente saboroso, é capaz de trazer incontáveis benefícios para a vida e a saúde das pessoas que o consomem. O bambu tem muitas utilidades, sendo que o mesmo era utilizado na fabricação de diversos produtos, devido à resistência de suas fibras, como varas de pescar, pipas, arco e flecha e até mesmo móveis, por exemplo. Já o broto de bambu faz parte da dieta dos povos do oriente (indianos, japoneses e chineses, entre outros) há muitos séculos, sendo que do mesmo se origina uma imensa variedade de pratos tradicionais destes povos, desde frituras e assados a cozidos e saladas. Entretanto, os benefícios desta planta ultrapassam o limite do sabor, sendo que a medicina está a cada dia fazendo descobertas do que o broto de bambu é capaz. Há muito tempo já se sabe que o broto de bambu é muito rico em nutrientes, tais como proteína vegetal, cálcio, aminoácidos, fibras, fósforo, e vitaminas B1, B2 e C. O broto de bambu pode ser utilizado em conserva também. Um uso bem comum do mesmo é no preparo de refogados com manteiga, temperos e cheiro verde, ou mesmo consumido junto com carne de frango, de boi ou de porco. Se o seu consumo já seria indicado por causa de todos os nutrientes presentes no mesmo, também há o fato de que o broto de bambu possui propriedades medicinais acuradas. É indicado para tratar problemas na digestão, em virtude de estimular os movimentos do estômago e do intestino, além de ser utilizado na prevenção de doenças cardiovasculares, como anti-hemorrágico, no combate a epilepsia em crianças, para diminuir a gordura corporal e a pressão sanguínea. Não bastasse tudo isto, as folhas do bambu ainda podem ser utilizadas para tratamento da tosse. O broto de bambu também é utilizado no combate a desnutrição em países pobres, devido à facilidade de encontrar o mesmo na natureza e ao alto valor de nutrientes presentes no mesmo. O broto de bambu pode ser utilizado tanto na alimentação dos homens quanto dos animais, assim como adubo para hortas e demais plantações. O broto de bambu pode fazer muito pela sua saúde, e, ao contrário de remédios, ele é extremamente saboroso, sendo que nutre a pessoa sem “entupi-la” de coisas que ela não necessita, como é o caso de remédios sintéticos. Por isso, para sempre prevenir o aparecimento de qualquer doença, é importante alimentar-se bem, com alimentos nutritivos, o broto de bambu entre eles.http://www.dicasgratisbrasil.comFonte Bom apetite!

Beldroegas

Um grupo de investigadores da Faculdade de Engenharia e Recursos Naturais da Universidade do Algarve, em Portugal, está a desenvolver um estudo para demonstrar que o consumo regular de beldroegas é benéfico para a nossa saúde. A planta que em tempos foi muito consumida, principalmente no sul do país onde é mais vulgarmente plantada, pode ser usada em sopas, saladas ou chás. É a planta terrestre mais rica em omega 3 e pode ajudar a prevenir doenças como o colesterol e a diabetes. Existem duas variedades de beldroegas, uma de folha dourada, a mais indicada do ponto de vista alimentar, e uma de folha mais pequena e verde.

"Daninha" de grande sabor e grande qualidade nutricional e medicinal. Cresce em terrenos baldios, e em solos agrícolas, onde é combatida, quando na verdade trata-se de uma planta que deveria ser muito bem recebida.

- Nomes científicos: Portulaca oleracea L.

- Nomes populares: Beldroega, caaponga, porcelana, bredo-do-porco, verdolaga, beldroega-pequena, beldroega-vermelha, beldroega-da-horta, salada-de-negro.

- Família: Portulacaceae

- Região de origem: Norte da África, provavelmente.

- Erva pequena, de ciclo anual e que cresce rente ao chão. Suculenta (folhas e ramos). Possui flores pequenas, amarelas, e frutos em cápsulas pretas ainda menores, difíceis de ver, com sementes pretas e brilhantes. Possui variações, principalmente no cultivo para ornamentação, com flores maiores e de várias cores. No norte do Brasil ocorre também a espécie P. pilosa, que possui características e propriedades semelhantes à esta.

Mais um exemplo de planta detestada pelos agricultores modernos, que preferem optar por trabalho duro ao invés de apenas viver com simplicidade. As beldroegas são comestíveis, podem ser comidas inteiras e cruas, sendo que os talos e folhas são ótimos em saladas. E ainda existem algumas receitas de refogados com esta planta (infelizmente sou péssimo na parte de culinária, fico devendo nesse quesito). É uma planta que gosto de comer in natura mesmo, aproveitando o sabor único, bem leve.

Nutritivamente, esta planta é muito rica em potássio e omega-3, hoje em dia tão comentado, importante no fortalecimento do sistema imune e circulatório. Isso além de outros nutrientes e moléculas próprias que atuam de modo bastante sinérgico com nosso organismo.

Medicinalmente, pode-se dizer, em poucas palavras: antibacteriana, antiinflamatória, vermífuga, diurética, emoliente, entre outras características. Traduzindo: combate infecções bacterianas, inflamações, vermes, e ajuda na digestão e no funcionamento dos rins. Basta incluir na dieta para já se aproveitar pelo menos em parte estes efeitos. Outra idéia simples é o uso das folhas em infusão, seja como tônico e depurativo do sangue (uso interno) ou como cicatrizante (uso externo). Mas tudo isso é ainda só uma parte do poder desta planta. Quem se interessar por mais, basta perguntar.

Referência:

“Plantas Medicinais no Brasil – Nativas e Exóticas”, Harri Lorenzi e F. J. Abreu Matos. 2ª Edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.

Imagens:

http://br.viarural.com/agricultura/plagas/ervas-daninhas/portulaca-oleracea-07.htm http://www.agroatlas.ru/en/content/weeds/Portulaca_oleracea/

AVISOS GERAIS: Sempre que utilizar plantas comestíveis ou medicinais, certifique-se de colher a planta correta, e que a planta esteja saudável e tenha crescido em bom solo. Ou seja: evite plantas próximas a esgotos, lixo, sujeira, etc. Evite plantas com sinais de muitos ataques por insetos ou fungos. Não recomendo o uso de produtos agroquímicos sobre qualquer planta, sejam plantações ou populações selvagens, para qualquer finalidade. Para plantas medicinais comerciais, o uso de agrotóxicos é proibido. Leia atentamente as dicas, recomendações, e receitas. No mundo biológico todo detalhe é importante. Fonte: http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/502207-consumir-beldroegas-para-prevenir-doen%C3%A7as/#ixzz207xls2RS

A beldroega pertence à família das Portucala, que é composta por cerca de quarenta variedades, sendo a “Portulaca oleracea” considerada como a verdadeira beldroega, planta rasteira de folhas suculentas, é hoje em dia muito cultivada em várias partes do mundo, mas é a França o seu maior produtor e consumidor. Apesar de ser usada desde a antiguidade em várias partes do mundo, por vezes, as suas qualidades têm sido esquecidas.

É na Primavera e inicio do Verão, antes do florescimento que a planta tem o seu maior potencial gastronómico, quando as folhas e os talos estão mais tenros para consumo em cru, mas para utilização em pratos confeccionados (cozinhada) pode ser colhida durante todo o ano.

Corte os talos, mas não arranque a planta, pois ela volta a crescer rapidamente, pode ser consumida de imediato, ou seca em local ensombrado para utilização medicinal. Plantas Medicinais «B» BABOSA - Erva Babosa - Caraguatá Aloes humilis - Aloes perfoliata - Aloes vulgaris - Aloes bardadensis Deve-se utilizar com cuidado desta planta, quando para utilização interna, já que devido ao seu forte efeito, pode até mesmo provocar a nefrite. Use, de preferência, externamente. Usam-se, as folhas, como emolientes e resolutivas, aplicadas topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda do cabelo, e outros. Usam-se: folhas (polpa e seiva). Uso interno: estomáquico e laxante. Externamente - Sumo: anticaspa, antifúngico, antibacteriano, cicatrizante, repelente.

BACARIS - Bacharis Nas afecções gastrointestinais e hepáticas. Tônico eupéptico, febrífugo e antidiarréico. Usa-se: tintura.

BACUJÁ - Para as vias respiratórias, calmante, expectorante, tônico. Faz desaparecer as tosse rebelde; estimula o apetite. Sedativo, nas perturbações nervosas em geral. Associação: pode ser associada a Carpasina. Usa-se: tintura.

BAICURU - Emenagoga. Largamente usada nas inflamações de útero e ovários, corrimentos uterinos, dismenorréia. O que usar: tintura e planta. Posologia e modo de usar: contate-nos

BAMBÚ - Bambuza, guada. Febrífugo, anti-hemorrágico, afecções nervosas, hemorróidas, diarréias, disenteria, depurativo do sangue, impotência sexual. Parte usada: Brotos. Modo de usar: Pode ser consumido após o cozimento sob a forma de saladas ou como conservas. Dose: Entre em contato conosco para dosagem individual.

BANANEIRA - Além de o fruto ser um excelente alimento, a água de seu tronco cura icterícia, e o suco cura feridas e atua contra venenos. Diarréia, disenteria e tuberculose. Parte usada: Fruto e a parte de dentro da casca. A farinha da banana é considerada de alto teor nutritiva.

BARBATIMÃO - Uabatimó Stryphnodendron barbatimão - Mimosa virginalis - Acacia adstringens - Acacia virginalis Adstringente empregado em banhos e injeções no combate as afecções escorbúticas, blenorragia, diarréia, hemorragia e leucorréia, usando-se o chá de suas cascas. O que usar: tintura e cascas. Posologia e modo de usar: contate-nos

BARDANA - Pega-massa - Orelha de gigante. Lappa officinalis - Lappa major - Lappa tomentosa - Arcticum bardana Diurético e depurativo, atuando contra as moléstias da pele. Usa-se o chá de suas raízes, flores e folhas. Reumatismo, moléstias venéreas, afecções da pele, tinhas (designação comum a várias espécies de infecções cutâneas superficiais fúngicas, cujo tipo específico está na dependência das características do agente causal. Defeito, mancha, mácula.) e perturbações do estômago. Externamente se usa como cataplasma. O que usar: flores, folhas e raiz. Posologia e modo de usar: contate-nos

BATATA DE PURGA - Jalapa - Raiz-de-jeticuçu - Mechoacão - Mechoacão-do peru - Briônia-da-américa - Flor-de-quatro-horas - Ruibarbo-branco - Ipu, jalapa branca. »» Não usar em doses elevadas, pois a batata-de-purga, quando em altas doses, tem efeito venenoso. «« Emprega-se como depurativo do sangue, e na leucorréia (corrimento branco da vagina ou do útero), na diarréia, disenteria, fraqueza em geral, diarréia infantil, no período da dentição. Tem também propriedade de regularizar a menstruação. Atua sobre o aparelho gastrintestinal. Purgativo energético. Laxante nos casos de prisão de ventre. Nas moléstias da pele. Nas irregularidades menstruais. Combate as enterites das crianças, além de prevenir a meningite. Parte usada: Raiz, a fécula é vendida em farmácias como "goma de batata". Posologia e modo de usar: contate-nos

BATATA DE SUCUPIRA - No reumatismo crônico, fazendo com que as inchações e dores que acompanham a doença comecem a desaparecer logo após os primeiros dias de uso. Também no reumatismo gotoso e deformante, artritismo e ácido úrico. Usa-se: tintura. Posologia e modo de usar: contate-nos

BATATA-DOCE - O cozimento de suas folhas pode ser usado em gargarejos para combater as inflamações da boca e garganta, além de fazer bem aos rins. Tumores e inflamações, diarréias. Se comer diariamente um tubérculo, este terá efeito profilático (preventivo) contra o câncer. A massa, crua ou cozida, quando aplicada sobre tumores debela gota e reumatismo.

BATATA-INGLESA - Combate as inflamações, abscessos, picadas de insetos, reumatismo local e queimaduras, usada crua e ralada, disposta sobre o local. O suco cura úlceras estomacais.

BAÚNA - Antiespasmódico, calmante das tosses e coqueluche.

BEGÔNIA - Coração de estudante Begonia salicifolia Faz-se um chá, de toda a planta, que é bom para as afecções das vias urinárias (cistite, uretrite, etc.). O que usar: planta. Posologia e modo de usar: contate-nos

BELDROEGA - Portulaca Portulaca oleracea Boa para combater as afecções do fígado, bexiga e rins, e inflamações dos olhos. Diurética, e aumenta a secreção de leite. Usam-se: sementes e folhas com talos. Sementes: vermífugo. Externamente: sobre queimaduras e feridas. Posologia e modo de usar: contate-nos

BERGAMOTA - Mexerica Seu chá é digestivo e calmante. O suco das sementes, esmagadas em água, abaixa a pressão.

BERINGELA - O chá de suas folhas aumenta a urina, eliminando os cálculos da bexiga.

BETIS - Nas flatulências, bebi-beri, reumatismo e dormência das pernas. Excitante e aromático. Externamente, em banhos, combate a polinevrite. Usa-se: raíz. Posologia e modo de usar: contate-nos

BICUÍBA - Na asma, perda de memória e doenças do estômago.

BOERÁVIA HIRSUTA - Nas moléstias dos rins e fígado. Nas congestões hepáticas, nefrites e pielites. Combate a icterícia.

BOLDIQUIA - Bowdiquia Nas moléstias de pele, como feridas, úlceras dartros, eczemas, furúnculos; nos reumatismos crônico, agudo, simples ou de fundo sifilítico. Usa-se: tintura. Posologia e modo de usar: contate-nos

BOLDO - Boldôa Estimulante das secreções, facilitando a secreção biliar e evitando cólicas e a prisão de ventre. Protetor do fígado - regulador da função hepática. O que usar: tintura e folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos

BOLDO DO CHILE - Peumus boldus Indicado contra as afecções e cálculos do fígado, prisão de ventre, gases intestinais, digestão difícil e febres. O que usar: tintura e folhas. Chá: tranqüilizante, insônia. Posologia e modo de usar: contate-nos BOLDO JURUBEBA - Hepatoprotetor, nas afecções do fígado. BOLSA DE PASTOR - Capsella bursa pastoris Indicada para eczemas, coceiras, erupções e feridas. Corrige regras abundantes e hemorragias. Em gargarejos, cura inflamações da garganta. O que usar: folhas e raiz. Posologia e modo de usar: contate-nos

BORRAGEM - Borrago officinalis Para as inflamações dos rins e da bexiga. No combate ao reumatismo e debilidades do coração. Contra os resfriados e sarampo. O que usar: sementes e folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos

BUCHA - Bucha dos paulistas - Esfregão Luffa aegyptiaca Suas sementes são vermífugas. O caule e as folhas são indicadas em prisão de ventre, perturbações do fígado, suspensão de regras e anemia. O que usar: sementes, caules e folhas. Posologia e modo de usar: contate-nos

BUCHINHA DO NORTE - Seu chá é purgativo e expectorante, também usado contra sinusite (aspirando o vapor da planta em cozimento).

BURANHÉM - Guaranhém - Monésia - Casca-doce - Miica - Pau-de-remo Pradosia lactescens- Lucuma glyciphloca - Chysophyllum buranhem Antidiabético. As cascas contêm substâncias tônicas. Nas doenças intestinais. Combate às diarréias. Usam-se: cascas. Posologia e modo de usar: contate-nos

BUXO - Contra asma, sífilis e reumatismo, e os vermes do sangue.