Obrigada por sua visita.

Obrigada por sua visita.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Obesidade e folhas das oliveiras




Estava a percorrer a Revista Saúde quando deparei-me com este chá!
Já há dois dias atrás,umas das nossas leitoras, alertou-me para os benefícios do mesmo.
Existem centenas de testemunhos pela WEB, é mesmo verdade que está pequena maravilha faz.

Todos que tomaram indicaram que emagreceram, por volta de seis quilos durante o primeiro mês,principalmente,na área em que toda gente quer livrar-se das malditas gorduras,ou seja,no abdomem. 
Mais poderoso do que o chá verde, as folhas das oliveiras  contém quase o quadruplo de potássio (ótimo para as câimbras), magnésio, fosforo,selênio,cobre e zinco, numa das sua folhinhas... 

Pesquisas efetuadas pela Universidade Metodista de Piracicaba (Brasil) demonstraram que tais elementos, garantem alto poder antioxidante e estimulam o metabolismo a eliminar gordura.Aliado a uma alimentação saudável, poderá emagrecer até 6kg por mês.


Então quais são as ações especificas do chá?
Anti inflamatório;
Antioxidantes;
Baixa de Colesterol;
Combate a Hipertensão;
E claro ajuda no emagrecimento...

Como fazer?

Ferver 1 litro de água numa panela sem ser de alumínio. Quando ferver colocar uma colher de sopa de folhas secas de oliveira . 
Ferver mais 1mm , deixar esfriar e beber.
O chá tem um sabor adocicado, por isso toca a evitar açucares e adoçantes.
Se quiserem juntem um pouco de hortelã 

Chá de Oliveira

É muito comum, no Brasil, a utilização de plantas e ervas no tratamento de diversas doenças, principalmente no interior. Por indicação de vizinhos e "comadres", ingere-se uma enorme variedade de chás, xaropes e garrafadas, a transmissão desse conhecimento empírico, através das gerações, com raiz, provavelmente, na tradição dos índios e dos escravos, merece apenas uma tímida curiosidade da ciência, fazendo com que pouco se saiba da verdadeira ação destes preparados.

Em especial, vamos falar da Erva Oliveira é conhecida cientificamente como Olea europaea L, família Oleaceae. São árvores baixas de tronco retorcido nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo. De seus frutos, as azeitonas, os homens no final do período neolítico aprenderam a extrair o azeite. Este óleo era empregado como unguento, combustível ou na alimentação, e por todas estas utilidades, tornou-se uma árvore venerada por diversos povos.

Chá de Oliveira é indicada em afecções cardiovasculares, hipertensões moderadas, na prevenção de arteriosclerose e possui efeito diurético. Possui grandes quantidades de potássio, magnésio, manganês, fósforo, selênio, cobre e zinco. Possui também ação antioxidante, auxiliando no combate aos radicais livres e na dieta de emagrecimento. Considerado 300% mais poderoso que o chá verde as folhas da oliveira possuem quase o quádruplo de potássio, magnésio, manganês, fósforo, selênio, cobre e zinco.

Considerada antigamente como a árvore da paz. Parece ser oriunda da Palestina. A oliveira é uma árvore sempre verde, com tronco e galhos retorcidos, pode chegar a 10 metros de altura. As folhas são acinzentadas na superfície superior e branco-prateadas na inferior, os frutos (azeitonas) são carnosos e ovais. Os constituintes mais importantes são: pigmentos flavônicos, flavonas (luteolina) e a olivina, colina, derivados triterpenicos abundantes (sobretudo o ácido oleanólico).

Também possui alcaloides da quinquina (cinchonina, cinchonidina, etc.) e minerais (cálcio, fósforo, magnésio, silício, enxofre, potássio, sódio, ferro, cloro), taninos, manitol, ácidos orgânicos (málico, tartárico, glicólico, láctico, etc.). Entre seus componentes se destaca um glucosídio iridoide (oleuropeosido) que atua sobre a musculatura lisa dos vasos produzindo vasodilatação coronária e periférica, e também efeito antiarrítmico e antiespasmódico.

Por tudo isso tem uma reconhecida ação hipotensora além de ser hipoglicemiante, antisséptico e antibiótico (aleuropeósido), antipirético, simpaticolítico e diurético. Os efeitos terapêuticos são obtidos com o uso de suas folhas em chás. Imagem extraída da net. Fonte:chadeoliveira.com

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Chá gelado de capim limão


                                    Chá gelado de capim-santo




Está fazendo muuuuiito calor, só com refrescos, sucos gelados para amenizar essa quentura toda.
Que tal um chá  de capim-santo gelado com um pouco de limão? 
Chá de capim-limão gelado e com a adição do limão e cubos de gelo temos uma bebida relaxante, refrescante e deliciosa!
Ele também é conhecido como capim-limão ou capim-cidreira.
É uma erva perfumadíssima e muito conhecida pela suas propriedades medicinais, nela contém diversas substâncias benéficas.
Para se refrescar e ficar calminho, calminho, sugiro este chá bem geladinho!
Observação: Capim-limão não é o mesmo que capim-cidreira. 


10 folhas de capim-santo
1 litro de água
2 limões
Se preferir adocar a gosto (prefiro com um pouco de mel de abelhas)
cubos de gelo

Modo de preparar:

Lave as folhas do capim-santo e leve para ferver com a água por três minutos.
Desligue o fogo e deixe esfriar. Retire as folhas e coloque em uma jarra e leve para gelar.
Na hora de servir misture o suco dos limões e adoce.
Coloque os cubos de gelo e sirva bem gelado.


Importante: Capim-limão podemos cultivar até em vasos de plantas em apartamentos,
 além de perfumar a residência tem uma aparência linda decorativa.  



Capim-limão - Jardim Aromático

Nome científico: Cymbopogon citratus
 
Características: Planta originária da índia, foi trazida ao Brasil ainda nos tempos de colônia portuguesa. Muito bem adaptada ao clima tropical e subtropical.
Além de planta medicinal e aromática, é muito utilizada para combater a erosão de terrenos. Por isso é plantada na beira de estradas recém abertas e locais em declive, para evitar a queda de barreiras.
Muitas vezes esta planta é confundida com a erva-cidreira por causa do seu aroma, entretanto são plantas completamente diferentes Planta que forma touceiras e pode crescer até 1,5m de altura. As folhas são alongadas, estreitas nas pontas, com até 50 cm de comprimento e áspera nas duas faces. Suas folhas exalam forte aroma de limão, muito agradável.
 
Propagação: por divisão de touceiras, ou seja, retira-se partes com raízes da planta adulta e replanta-se no local desejado.
 
Cultivo: O capim-limão forma touceiras semelhantes às da cana-de-açúcar e deve ser desbastadas, retirando-se as folhas secas para estimular o crescimento de novos brotos.
Deve se tomar cuidado ao manusear a planta, pois suas folhas são afiadas, com margens cortantes que podem cortar a pele. Recomenda-se o uso de luvas de jardinagem.
Não é exigente em relação ao solo. Não é preciso fazer adubação periódica. O espaçamento na hora do plantio deve ser de 50 cm entre as mudas. Depois do seu crescimento, elas ocupam todo o espaço, parecendo uma grande planta única.
Prefere ambientes ensolarados e solos pouco úmidos. Como é uma planta resistente, não é preciso regar com muita freqüência, exceto logo após o plantio, até a planta “pegar” completamente e adquirir resistência. Se plantada em vasos, estes devem ser grandes para as raízes poderem se desenvolver.
 
Aplicações: Usado como relaxante e digestivo na forma de chás. Combate a insônia e o stress. Com suas folhas, prepara-se um chá de ação relaxante muito indicado para insônia, diminuindo a ansiedade, bem como um excelente tônico depurativo nos estados gripais.
É utilizado como calmante e diurético. Por estimular a transpiração, ajuda a baixar a febre.
http://www.astral.oxigenio.com/


terça-feira, 31 de julho de 2012

Alcalóides Dádiva do Reino Vegetal

Alcalóides Dádiva do Reino Vegetal

Os Alcalóides

São compostos de caráter básico que ocorrem naturalmente, sobretudo no Reino Vegetal. Esses compostos possuem origem biosintética, a paartir das vias do ácido chiquímico em combinação com diversos aminoácidos e apresentam enorme diversidade química, mas de difícil sistematização. Atuam sobre o sistema nervoso central como estimulante anestésico, sedativo e calmante.

São compostos de alta toxicidade quando usado em excesso, ou de maneira incorreta.

A denominação varia em função do ..., da planta(nome científico ou vulgar, ou por sua atividade terapêutica, ou grupos químicos).

Os Alcalóides podem ocorrer em qualquer parte do vegetal, como raiz(confrei).

Folhas maracujá, quebra-pedra ou cascas(romã).

Alcalóide ===> Planta ===> Comentários

Punica Romã (Punica Granatum L) Atua no sistema nervoso, dos parasita, paralizando os músculos, e facilitando a eliminação dos mesmos. Atua sobre as Tênias, e Ascárias.

Quinina Quina (Gênero Chinchona) Tratamento da Malária.

Punicina Boldo do Chile (Peumus Boldus) Ações digestivas.

Passiflora Maracujá (Passiflora spL) Utilizado como calmante

Antiespasmódico Pertubações da menopausa Insonia

Nicotina Fumo (Nicotiana Tabacum L) Fácil absorção pelas mucosas.

Atuam sobre o sistema nervoso. Exercendo ação depressora

Morfina Papoula (Papaver Somniferum) Analgésico

Pilocarpina Jaborandí (Pilocarpus Jaborandí) Usado na produção de colírio para glaucoma

Emetina Ipeca (Cephrelis Ipecacuanha) Potente amebicida

MARIA LOPES DE ANDRADE
PRESIDENTE DO INSTITUTO DE TERAPIAS ALTERNATIVAS MARIA LOPES
Membro da Ordem dos Jornalistas do Brasil, Curso de Jornalismo Assis
Chateaubriand em 1975-(Sociedade Educacional Austregésilo de Athayde)
Reg.CPJ 24.825 especializada em matérias pertinentes às Terapias Alternativas.
Consultora Holística, atende há mais de dez anos em Maricá, conveniada
com a OAB Seção Maricá-RJ.
Registrada como divulgadora do conhecimento sobre
Ciência da Homeopatia - Universidade Federal de Viçosa - MG
Curso de Parapsicologia Clínica pelo IBIP - Instituto Brasileiro de Informação
e Pesquisa Parapsicológica-RJ-1977.
Curso de Parapsicologia Psicobiofísica Ensino Pesquisa e Documentação pelo IPRJ
Instituto de Parapsicologia do Rio de Janeiro - 1983.
Registrada na Associação Brasileira de Parapsicologia Matrícula 197.
Mais detalhes consulte o Curriculo Maria Lopes.

CBO 2000 -
Consulte a correspondencia do MTE para Maria Lopes.

Os Alcalóides

Os Alcalóides

São compostos de caráter básico que ocorrem naturalmente, sobretudo no Reino Vegetal. Esses compostos possuem origem biosintética, a paartir das vias do ácido chiquímico em combinação com diversos aminoácidos e apresentam enorme diversidade química, mas de difícil sistematização. Atuam sobre o sistema nervoso central como estimulante anestésico, sedativo e calmante.

São compostos de alta toxicidade quando usado em excesso, ou de maneira incorreta.

A denominação varia em função do ..., da planta(nome científico ou vulgar, ou por sua atividade terapêutica, ou grupos químicos).

Os Alcalóides podem ocorrer em qualquer parte do vegetal, como raiz(confrei).

Folhas maracujá, quebra-pedra ou cascas(romã).

Alcalóide ===> Planta ===> Comentários Punica Romã (Punica Granatum L) Atua no sistema nervoso, dos parasita, paralizando os músculos, e facilitando a eliminação dos mesmos. Atua sobre as Tênias, e Ascárias.

Quinina Quina (Gênero Chinchona) Tratamento da Malária.

Punicina Boldo do Chile (Peumus Boldus) Ações digestivas.

Passiflora Maracujá (Passiflora spL) Utilizado como calmante

Antiespasmódico Pertubações da menopausa Insonia

Nicotina Fumo (Nicotiana Tabacum L) Fácil absorção pelas mucosas. Atuam sobre o sistema nervoso. Exercendo ação depressora Morfina Papoula (Papaver Somniferum) Analgésico Pilocarpina Jaborandí (Pilocarpus Jaborandí) Usado na produção de colírio para glaucoma Emetina Ipeca (Cephrelis Ipecacuanha) Potente amebicida

Aromáticos

Assim os aromáticos que se usam na cozinha diária como também outros de uso menos freqüente, são empregados pela medicina para fins curativos: Açafrão - Limão - Laranja - Baunilha - Noz moscada - Cravo de cheiro - Anis - Menta Funcho - Macela - Melissa - Badiana (anis estrelado).

Laranja - Como as cortiças de limão, as de laranja usam-se na farmacopéia para preparar tisanas estomáticas, empregando-se em ocasiões em qualidade de corretores de outras preparações. Desde o ponto de vista alimentício, a laranja é excelente, como a fruta, em geral.

Baunilha - Eis aqui outro vegetal dos que podem empregar-se na cozinha diária. Açúcar baunilhado - 2 a 7 g Tintura - 2 a 9gotas

Canela - É a cortiça deste vegetal a que se emprega em medicina. As variedades mais usadas são a Canela de China e a Canela de Ceilão.

Geralmente, as doses usuais são:

As propriedades da canela são as dos aromáticos em geral. Mas os tratados populares vão mais longe, não sabemos se com razão ou não, pois afirmam que a canela tem as seguintes propriedades:

afrodisíacas, tônico estimulante, emenagogas, antiespasmódicas, estomacais, anti-reumáticas, excitantes; e recomendam, como formas de uso, fricções do óleo, para o reumatismo.

Convém que o leitor se atinja as prescrições das terapêuticas responsáveis, a fim de evitar conseqüências. p> Noz moscada - Usa-se nos casos dos anteriores, e o chamado Elixir de Garus a contém. Não convém abusar dela, pois doses altas é um narcótico ativo.

Cravo de cheiro - A mais de sua utilização como condimento da cozinha diária há quem lhe concedam propriedades odontológicas, ou seja, que calma a dor de moelas ou dentes produzido pelas cáries, como se sabe. Há terapêuticas sérias que se fazem eco de tal asserto, outras o dão sem certeza. O certo é que nas pastas dentifrícias de que fazemos uso quotidianamente pode estar presente, pelo comum.

Toca-nos referirmos agora aos aromáticos que não se utilizam como condimentos, e que temos separado dos outros para evitar confusões.

Eles são: anis, menta, macela, melissa e badiana.

Anis - Os tratados de plantas medicinais atribuem ao anis propriedades tonificantes, carminativas.

Menta - Da menta são várias as espécies de que se faz uso, e os tratados populares lhes atribuem qualidades também diversas, possivelmente exagerando sua eficácia. Dizem que a menta é sudorífica, tônico estimulante, estomacal, antiespasmódica, antireumática. À chamada menta de cavalo o reconhecem propriedades antifebris e antiespasmódicas, etc.

Vejamos que dizem as terapêuticas. Da menta se tiram o mentol e a essência de menta. A variedade mais usada em medicina é a chamada menta piperita.

Macela - Assim para as dispepsias como para efeitos carminativos .

Melissa - Antigamente se conceituava à melissa como um remédio definitivo para a chamada "tosse convulsa", os modernos tem deixado de utilizá-la nesse aspecto. As preparações Água dos Carmelitas e Água da Carmen a continham. Jean Parker a atribui outras propriedades de que estamos seguros.

Diz: Antiespasmódicas, estimulativas, vulnerárias. Recomendado para cólicas, más digestões. Uso externo para feridas, cardinais, contusões, etc. Advertência: "Use-se a planta nova, nunca a adulta, pois aquela possui a totalidade de suas propriedades, coisa que não lhe sucede a esta".

Badiana - E estimulante, estomacal e carminativa. Parte usada: folhas e sementes, por infusão. Dose: Entre em contato conosco. Outros nomes da planta: Anis-estrelado, anis-da-Sibéria, funcho-da-China. A badiana pode confundir-se muitas vezes com o anis estrelado. Portanto, deve cuidar-se extremamente este detalhe, pela importância que reveste. Coincidimos com os tratados populares em quanto afirmam que a badiana possui propriedades estimulantes das funções digestivas.